domingo, 14 de agosto de 2011

Ai ! . . . me picaram !

As postagens agora serão apenas no Facebook, pois blog + face mobiliza tempo, cujo tempo, pouco tempo tem nestes tempos... a final são os últimos tempos. 
Nos vemos lá! 


quarta-feira, 20 de julho de 2011

" Ainda há muito o que fazer pelo Haiti e pelo Japão"


“A importância do cristianismo nessa hora é única: solidariedade. Temos que ser os braços e as pernas de Jesus sem querer explicar a tragédia com teologia, que não leva a comida a boca de ninguém. Clamemos a D´us por misericórdia, mas a hora é de agir. Isso também é Reino de D´us.” 
Victor Pinheiro – líder de Comunidade próxima a região afetada em março de 2011 
pelo tsunami no japão.
Fonte: Revista Cristianismo Hoje abril/maio 2011

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Ok alguns não compraram a revista... então ai vai !!!


Entrevista de Luiz Felipe Pondé à Veja

Luiz Felipe Pondé (foto), 52, é um raro exemplo de filósofo brasileiro que consegue conversar com o mundo para além dos muros da academia. Seja na sua coluna semanal na Folha de S.Paulo, seja em livros como o recém-lançado O Catolicismo Hoje (Benvirá), ele sabe se comunicar como o grande público sem baratear suas ideias. Mais rara ainda é sua disposição para criticar certezas e lugares-comuns bem estabelecidos entre seus pares. Pondé é um crítico da dominância burra que a esquerda assumiu sobre a cultura brasileira. Professor da Faap e da PUC, em São Paulo, Pondé, em seus ensaios, conseguiu definir ironicamente o espírito dos tempos descrevendo um cenário comum na classe média intelectualizada: o jantar inteligente, no qual os comensais, entre uma e outra taça de vinho chileno, se cumprimentam mutuamente por sua “consciência social”. Diz Pondé: “Sou filósofo casado com psicanalista. Somos convidados para muitos jantares assim. Há até jantares inteligentes para falar mal de jantares inteligentes. Estudioso de teologia, Pondé considera o ateísmo filosoficamente raso, mas não é seguidor de nenhuma religião em particular. Eis um pensador capaz de surpreender quem valoriza o rigor na troca de ideias.
Em seus ensaios, o senhor delineou um cenário exemplar do mundo atual: o jantar inteligente. O que vem a ser isso? 
É uma reunião na qual há uma adesão geral a pacotes de ideias e comportamentos. Pode ser visto como a versão contemporânea das festas luteranas nas Dinamarca do Século 19, que o filósofo Soren Kierkegaard criticava por sua hipocrisia. Esse vício migor de um cenário no qual o cristianismo era base da hipocrisia para uma falsa espiritualidade de esquerda. Como a esquerda não tem a tensão do pecado, ela é pior do que o cristianismo.
Como assim? 
A esquerda é menos completa como ferramenta cultural para produzir uma visão de si mesma. A espiritualidade de esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora de você: o mal está na classe social, no capital, no estado, na elite. Isso infantiliza o ser humano. Ninguém sai de um jantar inteligente para se olhar no espelho e ver um demônio. Não: todos se veem como heróis que estão salvando o mundo por andar de bicicleta.
Quais são os temas mais comuns da conversa em um jantar desses?
Filhos são um tema recorrente. Todos falam de como seus filhos são diferentes dos outros porque frequentam uma escola que cobra R$ 2.000 por mês, mas é de esquerda e estuda a sério o inviável modelo econômico cubano. Ou dizem que a filha já tem consciência ambiental e trabalha e uma ong que ajuda as crianças da África. Também se fala sempre de algum filme chatíssimo de que todos fingem ter gostado para mostrar como têm repertório. Mais timidamente, há certa preocupação com a saúde e o corpo. Reciclar lixo, e mais recentemente, andar de bicicleta também são temas valorizados. Sempre se fala mal dos Estados Unidos, mas Barack Obama é um deus. Fala-se mal de Israel, sem conhecer patativa da história do conflito israelo-palestino. Mas, claro, é obrigatório enfatizar que você é antissionista, mas não antissemita, pois em jantar inteligente muito provavelmente haverá um judeu – apesar de serem muitas vezes judeus em crise consigo mesmos, o que é bem típico dos judeus.
Que assuntos são tabus? 
Imagine dizer em uma reunião na Dinamarca luterana de Kierkegaard que algumas mulheres são infelizes porque não chegam ao orgasmo. Seria um escândalo. Simetricamente, hoje é um escândalo dizer que as mulheres emancipadas e donas de seu nariz estão mesmo é loucas de solidão. No jantar inteligente, você tem sempre de dizer que a emancipação feminina criou problemas para as mulheres, que os homens aprenderam a ser sensíveis e que uma mulher nunca vai dar um pé no homem que se mostre sensível demais. Os jantares inteligentes misturam cardápios interessantes — pratos peruanos ou, sei lá, vietnamitas – como papo-cabeça, mas servem à mesma função que os jantares dos pais dessas pessoas cumpriam: passar o tempo. Os problemas amorosos, sexuais e profissionais são os mesmos, mas todos se acham bem resolvidos. Costumo provocar dizendo que há 100 anos se fazia sexo melhor. Tinha mais culpa e pecado, o que deve ser uma excitação tremenda. Hoje, todos mundo diz que tem um desempenho maravilhoso, e que vive uma relação de troca plena com o seu parceiro ou parceira. Eu considero a revolução sexual um dos maiores engodos da história recente. Criou uma dimensão de indústria, no sentido da quantidade, das relações sexuais – mas na maioria elas são muito ruins, porque as pessoas são complicadas.
Quando começaram os jantares inteligentes? 
A matriz histórica são os filósofos da França pré-revolucionária. Os saraus, os jantares em casa de condessas e marquesas eram então uma atividade da burguesia, ou de uma aristocracia falida, aburguesada. Eram uma das formas que a burguesia usava para constituir sua identidade, para mostrar que tinha cultura e opiniões. Mas era um grupo de vanguarda, que discutia a fratura e crises do pensamento. Nos jantares de hoje, a inteligência tem a mesma função do vinho chileno.
Não há lugar para um pensamento alternativo nem na hora da sobremesa? 
Não. A gente anos de ditadura no Brasil. Mas, quando ela acabou, a esquerda estava em sua plenitude. Tomou conta das universidades, dos institutos culturais, das redações de jornal. Você pode ver nas universidades, por exemplo, cartazes de um ciclo de palestras sobre o pensamento de Trotsky e sua atualidade, mas não se veem cartazes anunciando conferência sobre a crítica à Revolução Francesa de Edmund Burke, filósofo irlandês fundamental para entender as origens do conservadorismo. Não há um pensamento alternativo à tradição de Rousseau, de Hegel e de Marx. Tenho um amigo que é dono de uma grande indústria e cuja filha estuda em um colégio de São Paulo que nem é desses chiques de esquerda. É uma escola bastante tradicional. Um dia, uma professora falava da Revolução Cubana, como se esse fosse um grande tema. Ela citou Che Guevara, e a menina perguntou: “Ele não matou muita gente?” A professora se vira para a menina e responde: “O seu pai também mata muita gente de fome”. O que autorizou uma professora usar esse tipo de argumento é o status quo que se instalou também nas escolas, e não só na universidade. O infantilismo político dá vazão e legitima esse tipo de julgamento moral sumário.
Como essa tendência se manifesta na universidade? 
O mundo das ciências humanos, em que há pouco dinheiro e se faz pouca coisa, é dominado pela esquerda aguada. Há muitos corporativismo e a tendência geral de excluir, por manobras institucionais, aqueles que não se identificam com a esquerda. Existe ainda a nova esquerda, para a qual não é mais o proletariado que carrega o sentido da história, como queria Marx. Os novos esquerdistas acreditam que esse papel hoje cabe às mulheres oprimidas, aos índios, aos aborígenes, aos imigrantes ilegais. Esses segmentos formariam a nova classe sobre a qual estaria depositada a graça redentora. Eu detesto política como redenção.
Por que a política não pode ser redentora? 
O cristianismo, que é uma religião hegemônica no Ocidente, fala do pecador, de sua busca e de seu conflito interior. É uma espiritualidade riquíssima, pouco conhecida por causa do estrago feito pelo secularismo extremado. Al lado de sua vocação repressora institucional, o cristianismo reconhece que o homem é fraco, é frágil. As redenções políticas não têm isso. Esse é um aspecto do pensamento de esquerda que eu acho brega. Essa visão do homem se responsabilidade moral. O mal está sempre na classe social, na relação econômica, na opressão do poder. Na visão medieval, é a graça de Deus que redime o mundo. É um conceito complexo e fugidio. Não se sabe se alguém é capaz de ganhar a graça por seus próprios méritos, ou se é Deus na sua perfeição que concede a graça. Em qualquer hipótese, a graça não depende de um movimento positivo de um grupo. Na redenção política, é sempre o coletivo, o grupo, que assume o papel de redentor. O grupo, como a história do século 20 nos mostrou, é sempre opressivo.
Em que o cristianismo é superior ao pensamento de esquerda?
Pegue a ideia de santidade. Ninguém, em nenhuma teologia da tradição cristã – nem da judaica ou islâmica –, pode dizer-se santo. Nunca. Isso na verdade vem desde Aristóteles: ninguém pode enunciar a própria virtude. A virtude de um homem é anunciada pelos outros homens. Na tradição católica – o protestantismo não tem santos –, o santo é sempre alguém que, o tempo todo, reconhece o mal em si mesmo. O clero da esquerda, ao contrário, é movido por um sentimento de pureza. Considera sempre o outro como o porco capitalista, o burguês. Ele próprio não. Ele está salvo, porque reclica lixo, porque vota no PT, ou em algum partido que se acha mais puro ainda, como o PSOL, até porque o PT já está meio melado. Não há contradição interior na moral esquerdista. As pessoas se autointitulam santas e ficam indignadas com o mal do outro.
Quando o cristianismo cruza o pensamento de esquerda, como no caso da Teologia da Libertação, a humildade se perde?
Sim. Eu vejo isso empiricamente em colegas da Teologia da Libertação. Eles se acham puros. Tecnicamente, a Teologia da Libertação é, por um lado, uma fiel herdeira da tradição cristã. Ela vem da crítica social que está nos profetas de Israel, no Antigo Testamento. Esses profetas falam mal do rei, mas em idealizar o povo. O cristianismo é descendente principalmente desse viés do judaísmo. Também o cristianismo nasceu questionando a estrutura social. Até aqui, isso não me parece um erro teológico. Só que a Teologia da Libertação toma como ferramenta o marxismo, e isso sim é um erro. Um cristão que recorre a Marx, ou a Nietzsche – a quem admiro –, é como uma criança que entra na jaula do leão e faz bilu-bilu na cara dele. É natural que a Teologia da Libertação, no Brasil, tenha evoluído para Leonardo Boff, que já não tem nada de cristão. Boff evoluiu para um certo paganismo Nova Era – e já nem é marxista tampouco. A Teologia da Libertação é ruim de marketing. É como já se disse: enquanto a Teologia da Libertação fez a opção pelo pobre, o pobre fez a opção pelo pentecostalismo.
O senhor acredita em Deus?
Sim. Mas já fui ateu por muito tempo. Quando digo que acredito em Deus, é porque acho essa uma das hipóteses mais elegantes em relação, por exemplo, à origem do universo. Não é que eu rejeite o acaso ou a violência implícitos no darwinismo – pelo contrário. Mas considero que o conceito de Deus na tradição ocidental é, em termos filosóficos, muito sofisticado. Lembro-me sempre de algo que o escritor inglês Chesterton dizia: não há problema em não acreditar em Deus; o problema é que quem deixa de acreditar em Deus começa a acreditar em qualquer outra bobagem, seja na história, na ciência ou sem si mesmo, que é a coisa mais brega de todas. Só alguém muito alienado pode acreditar em si mesmo. Minha posição teológica não é óbvia e confunde muito as pessoas. Opero no debate público assumindo os riscos do niilista. Quase nunca lanço a hipótese de Deus no debate moral, filosófico ou político. Do ponto de vista político, a importância que vejo na religião é outra. Para mim, ela é uma fonte de hábitos morais, e historicamente oferece resistência à tendência do Estado moderno de querer fazer a cura das almas, como se dizia na Idade Média – querer se meter na vida moral das pessoas.
Por que o senhor deixou de ser ateu? 
Comecei a achar o ateísmo aborrecido, do ponto de vista filosófico. A hipótese de Deus bíblico, na qual estamos ligados a um enredo e um drama morais muito maiores do que o átomo, me atraiu. Sou basicamente pessimista, cético, descrente, quase na fronteira da melancolia. Mas tenho sorte sem merecê-la. Percebo uma certa beleza, uma certa misericórdia no mundo, que não consigo deduzir a partir dos seres humanos, tampouco de mim mesmo. Tenho a clara sensação de que às vezes acontecem milagres. Só encontro isso na tradição teológica.

domingo, 10 de julho de 2011

Luiz Felipe Pondé... imperdível!

" A espiritualidade da esquerda é rasa. Aloca toda a responsabilidade do mal fora da pessoa. Isso infantiliza o ser humano."

 
A Entrevista com Luiz Felipe Pondé, na veja desta semana, está IMPERDIVEL. Leiam !!!



sexta-feira, 8 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

terça-feira, 28 de junho de 2011

" Meu irmão Kierkegaard ! "


Por Luiz Felipe Pondé
QUANDO VOCÊ estiver lendo esta coluna, estarei em Copenhague, Dinamarca, terra do filósofo Soren Kierkegaard (1813-1855), pai do existencialismo. Ao falarmos em existencialismo, pensamos em gente como Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Albert Camus, tomando vinho em Paris, dizendo que a vida não tem sentido, fumando cigarros Gitanes.
O ancestral é Pascal, francês do século 17, para quem a alma vive numa luta entre o “ennui” (angústia, tédio) e o “divertissement” (divertimento, distração, este, um termo kierkegaardiano).
O filósofo dinamarquês afirma que nós somos “feitos de angústia” devido ao nada que nos constitui e à liberdade infinita que nos assusta.
A ideia é que a existência precede a essência, ou seja, tudo o que constitui nossa vida em termos de significado (a essência) é precedido pelo fato que existimos sem nenhum sentido a priori.
Como as pedras, existimos apenas. A diferença é que vivemos essa falta de sentido como “condenação à liberdade”, justamente por sabermos que somos um nada que fala. A liberdade está enraizada tanto na indiferença da pedra, que nos banha a todos, quanto no infinito do nosso espírito diante de um Deus que não precisa de nós.
O filósofo alemão Kant (século 18) se encantava com o fato da existência de duas leis. A primeira, da mecânica newtoniana, por manter os corpos celestes em ordem no universo, e a segunda, a lei moral (para Kant, a moral é passível de ser justificada pela razão), por manter a ordem entre os seres humanos.
Eu, que sou uma alma mais sombria e mais cética, me encanto mais com outras duas “leis”: o nada que nos constitui (na tradição do filósofo dinamarquês) e o amor de que somos capazes.
Somos um nada que ama.
A filosofia da existência é uma educação pela angústia. Uma vez que paramos de mentir sobre nosso vazio e encontramos nossa “verdade”, ainda que dolorosa, nos abrimos para uma existência autêntica.
Deste “solo da existência” (o nada), tal como afirma o dinamarquês em seu livro “A Repetição”, é possível brotar o verdadeiro amor, algo diferente da mera banalidade.
É conhecida sua teoria dos três estágios como modos de enfrentamento desta experiência do nada. O primeiro, o estético, é quando fugimos do nada buscando sensações de prazer. Fracassamos. O segundo, o ético, quando fugimos nos alienando na certeza de uma vida “correta” (pura hipocrisia). Fracassamos. O terceiro, o religioso, quando “saltamos na fé”, sem garantias de salvação. Mas existe também o “abismo do amor”.
Sua filosofia do amor é menos conhecida do que sua filosofia da angústia e do desespero, mas nem por isso é menos contundente.
Seu livro “As Obras do Amor, Algumas Considerações Cristãs em Forma de Discursos” (ed. Vozes), traduzido pelo querido colega Álvaro Valls, maior especialista no filósofo dinamarquês no Brasil, é um dos livros mais belos que conheço.
A ideia que abre o livro é que o amor “só se conhece pelos frutos”. Vê-se assim o caráter misterioso do amor, seguido de sua “visibilidade” apenas prática.
Angústia e amor são “virtudes práticas” que demandam coragem.
Kierkegaard desconfia profundamente das pessoas que são dadas à felicidade fácil porque, para ele, toda forma de autoconhecimento começa com um profundo entristecimento consigo mesmo.
Numa tradição que reúne Freud, Nietzsche e Dostoiévski (e que se afasta da banalidade contemporânea que busca a felicidade como “lei da alma”), o dinamarquês acredita que o amor pela vida deita raízes na dor e na tristeza, afetos que marcam o encontro consigo mesmo.
Deixo com você, caro leitor, uma de suas pérolas:
“Não, o amor sabe tanto quanto qualquer um, ciente de tudo aquilo que a desconfiança sabe, mas sem ser desconfiado; ele sabe tudo o que a experiência sabe, mas ele sabe ao mesmo tempo que o que chamamos de experiência é propriamente aquela mistura de desconfiança e amor… Apenas os espíritos muito confusos e com pouca experiência acham que podem julgar outra pessoa graças ao saber.”
Infelizes os que nunca amaram. Nunca ter amado é uma forma terrível de ignorância.
Fonte: Folha de S.Paulo, Ilustrada, 13 de junho de 2011

segunda-feira, 13 de junho de 2011


Inscrições para o Hub Escola de Inverno

Serão 27 atividades dentre oficinas, palestras, debates e vivências!
Inscrições pelo site: www.hubescolacwb.com

terça-feira, 7 de junho de 2011

sexta-feira, 3 de junho de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

quinta-feira, 26 de maio de 2011


sábado, 21 de maio de 2011

Quer entender o que significa INSOLENTE ?



“Entendo os velhos de Higianópolis temerem o metrô. A última vez que chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz”. Danilo Gentile, suposto humorista, em uma lamentável declaração antissemita no Twitter.
“Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade.” Rafinha Bastos, colega de Gentile e igualmente sem graça, dizendo que mulheres feias, vitimas de estrupo deveriam ficar satisfeitas com a violência que sofreram. Eles realmente acham que isso é humor? (Veja, maio 2011)

Segue a baixo uma aplicação CIRURGICA do que Pedro, o apóstolo, escreveu a respeito de acontecimentos como esse acima:
“Vemos, portanto, que o Senhor sabe livrar os piedosos da provação e manter em castigo os ímpios para o dia do juízo, especialmente os que seguem os desejos impuros da carne e desprezam a autoridade. Insolentes e arrogantes, tais homens não têm medo de difamar os seres celestiais; contudo, nem os anjos, embora sendo maiores em força e poder, fazem acusações injuriosas contra aqueles seres na presença do Senhor. Mas eles difamam o que desconhecem e são como criaturas irracionais, guiadas pelo instinto, nascidas para serem capturadas e destruídas; serão corrompidos pela sua própria corrupção! Eles receberão retribuição pela injustiça que causaram. Consideram prazer entregar-se à devassidão em plena luz do dia. São nódoas e manchas, regalando-se em seus prazeres, quando participam das festas de vocês. Tendo os olhos cheios de adultério, nunca param de pecar, iludem os instáveis e têm o coração exercitado na ganância. Malditos! Eles abandonaram o caminho reto e se desviaram, seguindo o caminho de Balaão, filho de Beor, que amou o salário da injustiça, mas em sua transgressão foi repreendido por uma jumenta, um animal mudo, que falou com voz humana e refreou a insensatez do profeta. Esses homens são fontes sem água e névoas impelidas pela tempestade. A escuridão das trevas lhes está reservada, pois eles, com palavras de vaidosa arrogância e provocando os desejos libertinos da carne, seduzem os que estão quase conseguindo fugir daqueles que vivem no erro. Prometendo-lhes liberdade, eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina. Se, tendo escapado das contaminações do mundo por meio do conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, encontram-se novamente nelas enredados e por elas dominados, estão em pior estado do que no princípio. Teria sido melhor que não tivessem conhecido o caminho da justiça, do que, depois de o terem conhecido, voltarem as costas para o santo mandamento que lhes foi transmitido. Confirma-se neles que é verdadeiro o provérbio: “O cão volta ao seu vômito” e ainda: “A porca lavada volta a revolver-se na lama”.

Queridos o conselho é “ ... retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor; não toqueis em coisas impuras; e Eu vos recebereis...”  2Cor.6.16-17

Dicionário Aurélio.  insolente: ofensivamente desrespeitoso, em atos e /ou palavras; atrevido; arrogante; grosseiro; malcriado.

terça-feira, 17 de maio de 2011

quinta-feira, 12 de maio de 2011

quarta-feira, 11 de maio de 2011

terça-feira, 3 de maio de 2011

Os Hubs estão chegando... agora é a vez de Curitiba !



1. O que é o Hub?
O Hub oferece espaços e serviços para que pessoas com idéias inovadoras possam acessar recursos, realizar conexões, produzir e compartilhar conhecimento. Conecta hoje algumas das mais importantes cidades mundiais e está expandindo-se rapidamente. Reúne executivos, inovadores sociais, líderes comunitários, líderes do setor público, artistas, profissionais autônomos, gente atuante em várias áreas. São pessoas com o desejo de um mundo melhor e que querem realizar isso em colaboração com outras pessoas.
2. Por que o Hub em Curitiba?
Percebe-se que Curitiba caminha para a criação de um ambiente urbano propício à inovação, ao desenvolvimento das potencialidades humanas e ao surgimento de novos negócios, em uma dinâmica de sinergia socioambiental. O Hub Curitiba está intimamente relacionado às previsões e projeções apresentadas, representando um agente não só articulador e estratégico como protagonista para a concretização da rede necessária ao desenvolvimento sustentável da capital. O Hub será uma referência na cidade e o local de conexão entre os diversos setores, buscando estimular projetos através da troca de conhecimento e acesso a idéias inovadoras.
3. Qual é a missão do Hub?
Inspirar e apoiar empreendedores em suas iniciativas inovadoras para um mundo radicalmente melhor.
4. Qual é a diferença entre o Hub e outros espaços de coworking?
Mais do que oferecer rede e espaço de trabalho, a missão do Hub é inspirar os inovadores sociais, que são hoje os agentes de mudança no país, e apoiá-los na realização de suas idéias empreendedoras para um mundo radicalmente melhor. O Hub também é um espaço já comprovadamente inovador, com cases de sucesso e sedes em 4 continentes. Além disso, os serviços que prestamos (a seguir) são o principal diferencial.
5. Que serviços o Hub irá oferecer?
- Hub Office: espaço de trabalho com todas as ferramentas para lançar uma idéia e montar um negócio. Ofereceremos espaços de trabalho e de reuniões multi-uso e flexíveis, feitos para empreendedores, equipes e grupos. Os empreendedores terão acesso a toda infra-estrutura profissional de um escritório.
- Hub Eventos: espaço de eventos e reuniões com infraestrutura para reunir um pequeno grupo ou até montar um workshop. Desenvolveremos espaços de conversas e oficinas regulares trazidas por membros e palestrantes convidados para compartilhar conhecimento e ferramentas capacitando assim os empreendedores e toda nossa rede.
- Hub Learning: uma plataforma de aprendizado em rede de ponta. Acesso a nossa comunidade nacional e internacional e projetos multi-disciplinares com membros chaves dos Hubs. Hubs são comunidades sociais ativas e aproveitam seus potenciais para formar alianças, compartilhar recursos e gerar mudanças. Anfitriões treinados ajudam os atores sociais a criar conexões locais e globais necessárias para desenvolver seus projetos e/ou negócios sociais.
- Hub Talent: indicações de empresas que procuram talentos no Hub. Por meio de programas de coaching e mentoria, conectaremos executivos a empreendedores sociais, possibilitando que ambos se desenvolvam, prosperem e multipliquem-se.
- Hub International: acesso a uma rede internacional de empresas, empreendedores e inovadores sociais.
Os serviços apresentados acima serão ofertados através de diferentes planos/hora, e no caso de eventos, através das taxas de inscrição. Espaços para reunião ou eventos poderão ser locados. Para maiores informações em relação à tarifas enviar email parahub.curitiba@gmail.com
6. Histórico e números de escritórios
O primeiro Hub nasceu em 2005 em Londres e desde então empreendedores do mundo todo proliferaram seu conceito. No Brasil essa história não é diferente. Com o apoio da Artemisia, investidores, pessoas físicas e a comunidade de membros iniciais, a equipe do Hub São Paulo abriu suas portas ao público em agosto de 2008.
Cenário mundial: 20 países;  25 cidades; 4 continentes; 3000 membros pioneiros sociais; 1500 + empreendimentos apoiados; 40000 convidados Hub; 60 Hubs até 2013.


sexta-feira, 29 de abril de 2011

"Facebook é responsável por divórcios na Grã-Bretanha"


A rede social Facebook, que hoje acumula uma base de mais de 350 milhões de usuários, está sendo responsabilizada pelo fim dos casamentos na Grã-Bretanha. Segundo advogados, a ferramenta é citada em 1 em cada 5 petições on-line de divórcio no país. Os advogados responsáveis pelos processos de separação explicam que a popularidade de sites como o Facebook e Bebo incentivam as pessoas a enganarem seus parceiros. Os cônjuges que suspeitam de traições usam as ferramentas on-line para buscar indícios de flerte e casos extraconjugais. De acordo com os dados divulgados por uma empresa de advocacia britânica, muitos dos divórcios acontecem por causa do Facebook. "A razão mais comum das separações é a troca de mensagens com teor sexual por meio da rede social", disse Mark Keenan, diretor-geral de uma empresa que registra pedidos de divórcio on-line. E-mails de conquista e mensagens do Facebook são frequentemente citados como evidência de comportamento inoportuno em uma relação a dois, explicou Keenan sobre os argumentos de seus clientes. O "fenômeno" incentivou empresas de informática a desenvolverem softwares que permitem a um dos parceiros espionar as atividades on-line de seu cônjuge.
Uma inglesa de 35 anos descobriu que seu marido estava se divorciando dela por meio do Facebook. Ela ficou surpresa ao perceber uma atualização no perfil de seu parceiro onde ele indicava o fim do casamento. Já outra jovem britânica de 28 anos colocou um ponto final em seu relacionamento ao descobrir, por meio da rede social, que seu marido estava "dormindo" virtualmente com uma acompanhante no Second Life. Cerca de 14 milhões de pessoas na Grã-Bretanha utilizam as redes sociais para se comunicar.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

quarta-feira, 20 de abril de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

segunda-feira, 18 de abril de 2011

terça-feira, 12 de abril de 2011


sábado, 9 de abril de 2011

Desabafo !



Um moleque de 23 anos entra cuspindo fogo em uma escola do Rio, como o
protagonista do GTA. Matar civíl é o start up do jogo, ser bandido é o
legal. Não estou diabolizando os games. Mas até quando vamos engolir a
inversão dos valores? Cadê os good guys? Crimes que a distância
pareciam cenas de filmes estão em cartaz, ao vivo. Agora deu para
ouvir em stereo surround a banalidade do "head shot". Troquem a guitar
hero pela real guitar. Coloquem seus filhos para estudar música,
formar uma banda de garagem e fazer o bom e velho "barulho". Cessar
fogo!

Fonte: Desabafo de Daniel Argolo

sexta-feira, 8 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

sexta-feira, 1 de abril de 2011

quarta-feira, 30 de março de 2011

Precisamos de craques assim: "A bola e o livro"


O sonho de Edward era ser jogador de futebol. Começaria, por certo, no seu glorioso Mirassol Futebol Clube e, depois, quem sabe, poderia jogar num time grande. Ou mesmo virar ídolo do escrete nacional... Sonho, enfim, era o que não faltava.
E por falta de treino é que não lhe escaparia a chance. Todo santo dia ele e um bando de garotos sem eira nem beira praticavam com fervor quase religioso, rumo à glória praticamente certa.Naquela metade de século 20, este era o sonho dele e de milhões de Edwards pelo ainda não País do futebol.
E, de certa forma, não deixa de ser verdade que foi graças ao futebol - ou, melhor, a uma partida de futebol - que a vida começou a dar uma guinada pra ele. Tudo começou naquele dia em que Edward, menino de não mais do que oito anos, participava de uma disputadíssima pelada no pátio da escola.
Até que em determinada altura da peleja um perna de pau qualquer dá um tremendo chutão. A bola vai parar lá longe. Escalado pra resgatar a preciosa, que se enfiara por uma maldita janela aberta, lá foi o jogador agora travestido de gandula. E o que viu, do outro lado, chamou a atenção de Edward. E tanto que ele jamais voltou para terminar a partida.Nunca aquele menino havia visto tanto livro junto. Aquilo, ele que não era bobo nem nada logo percebeu, era uma biblioteca. E, justo naquela hora, chegava à escola uma penca de livros novinhos em folha.

Edward pegou um deles por acaso - o título da obra era "A Banana que Comeu o Macaco", disso jamais ele se esqueceria pelo resto de sua vida. Em um ano, Edward leria nada menos do que 250 livros.
Aos poucos, também já escrevia melhor. Um dia, o professor mandou, sem que ele soubesse, um texto de sua autoria para participar de um concurso. E não é que o rapazote faturou o primeiro lugar?!
Edward passou a gostar cada vez mais dessa história de leitura. Abiscoitou um outro prêmio aqui, outro lá, e até passou a ganhar algum dinheiro com isso.
Um dia foi prestar concurso para o Banco do Brasil, disputado quase a tapa por jovens interessados numa carreira estável e respeitada. Só que, na hora da prova, ele tirou foi um belo dum zero em Contabilidade. Graças aos livros que se habituara a ler, conseguiu livrar a cara, com nota dez em todas as outras matérias. De novo os livros mudariam o rumo de sua vida: um dia Edward corrigiu, sem qualquer pretensão, a professora do Cursinho. Sua argumentação era tão consistente que a escola não teve dúvidas: demitiu a professora e contratou o aluno no lugar dela. Para dar conta das aulas de Latim na faculdade, o moço foi buscar ajuda em um sebo paulistano. Como o dinheiro era curto, fez vários resumos. Quando se deu conta, já tinha escrito seu próprio livro - o primeiro de uma longa série ainda por vir.
Edward e os livros pareciam mesmo fadados uns ao outro. E decidiu ir de vez atrás deles e abraçar a carreira de linguista. Acabou ficando famoso. Hoje em dia, não há faculdade de Letras no País que não estude ou não tenha como referência pelo menos uma obra de Semiótica e Linguística do professor Edward Lopes.
- A arte é eterna, mas a Ciência, não... - ele ensina.
A seleção brasileira de futebol pode ter perdido um talento incerto. Mas o País acabaria por ganhar um tarimbado craque das letras.

De Galeno Amorim