quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Cena de final de ano ... e memórias de Rui Barbosa !


"A FALTA DE JUSTIÇA, Srs. Senadores, é o grande mal da nossa terra, o mal dos males, a origem de todas as nossas infelicidades, a fonte de todo nosso descrédito, é a miséria suprema desta pobre nação.A sua grande vergonha diante do estrangeiro, é aquilo que nos afasta os homens, os auxílios, os capitais. A injustiça, Senhores, desanima o trabalho, a honestidade, o bem; cresta em flor os espíritos dos moços, semeia no coração das gerações que vêm nascendo a semente da podridão, habitua os homens a não acreditar senão na estrela, na fortuna, no acaso, na loteria da sorte, promove a desonestidade, promove a venalidade, promove a relaxação, insufla a cortesania, a baixeza, sob todas as suas formas. De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto. Essa foi a obra da República nos últimos anos......"
VERGONHA - Por Rui Barbosa, escrito em 1914

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Para quem gosta de conteúdo. . . uuurra meu!!!

O Sacrifício do Natural
“ Abraão teve dois filhos, uma da mulher escrava, e outro da livre.” Gálatas 4.22
Neste capítulo de Gálatas, Paulo trato do pecado, mas da relação entre o natural e o espiritual. O natural deve ser transformado em espiritual, pelo sacrifício, senão ocorrerá um desastroso divórcio na vida real. Por que D´us ordenaria que o natural fosse sacrificado? Ele não ordenou. Não se trata de uma ordem de D´us, mas de Sua vontade permissiva. A determinação de D´us foi de que o natural se transformasse em espiritual pela obediência; mas a presença do pecado tornou-se necessário que o natural fosse sacrificado. Abraão teve que oferecer Ismael antes de oferecer Isaque. Alguns de nós estamos tentando oferecer sacrifícios espirituais a D´us antes de sacrificarmos o natural. O único meio de oferecermos a D´us um sacrifício espiritual é apresentar nosso corpo como sacrifício Vico. A santidade significa mais do que libertação do pecado; significa uma entrega deliberada de mim mesmo, a D´us, sem me importar com o preço que isso possa custar.Se não sacrificarmos o natural ao espiritual, a vida natural zombará da vida do Filho de D´us em nós, e produzirá uma constante vacilação. Isso é sempre produto de uma natureza espiritual indisciplinada. Erramos por sermos teimosos, recusando-nos a disciplinar-nos física, moral e mentalmente. Eu não fui disciplinado quando era criança. Mas tem que se disciplinar agora. Se não o fazer, sua vida pessoal não terá valor para D´us. Enquanto persistirmos em mimar a nossa vida natural, D´us não a abençoará; quando, porém, colocarmos no deserto e resolutamente a subjugarmos, então ele atuará nela; abrirá poços e oásis, e cumprirá todas as suas promessas para a vida natural.

Fonte: Textos extraídos das conferências proferidas no Bible Training College, Clapham nos anos de 1911 a 1915. Estes textos foram reunidos em um livro de devocionais diário chamado “Tudo para Ele” – Oswald Chambers – Editora Betânia.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Think About it : "Maus pastores/más palavras; bons pastores/boas palavras?

Na igreja várias vezes eu ouvi afirmações do tipo: "não existe palavra (ou pregação) ruim"/"não existe pastor ruim, você é que não estava sintonizado espiritualmente".  Acho que muitos já devem ter cruzado afirmações como essas e, para mim durante um certo tempo, isso ressoava como uma culpa. Me sentia culpado por não estar no nível espiritual daqueles que haviam gostado da pregação. Me sentia até mal por falar que não havia gostado da palavra, ou de que o pregador estava equivocado em algumas passagens. Podia ser acusado de "pobre pessoa", que não ouviu a voz do Espírito. Bom, de qualquer forma já passei essa fase de culpa e acho sim que nosso dever enquanto cristãos é avaliar tudo à luz da bíblia, e se algo não estiver 'cheirando' muito bem, é nossa função estudar e debater tal ponto. Não devemos simplesmente engolir tudo o que nos empurram goela abaixo. Temos que filtrar o que ouvimos, sem deixar o Espírito Santo de lado é claro, mas com um espírito (este humano mesmo) crítico. Neste sentido eu li um texto de Vicent Cheung muito interessante. Abaixo uma passagem. O estudo inteiro pode ser encontrado em http://monergismo.com/?p=2539. "Visto que a pregação envolve nossa própria expressão de ideias bíblicas, é ainda mais importante que aprendamos essas ideias com precisão, e que cuidemos para preservá-las e promovê-las sem contaminação, guardando-as com vigilância zelosa. Se a pregação é mera leitura da Bíblia ou se envolve apenas exegese rígida, então até mesmo não cristãos podem realizá-la. O que a Bíblia diz sobre as qualificações do ministro não fariam sentido então. Contudo, a qualidade da pregação de fato depende da qualidade do pregador, e isso é verdade porque pregar o evangelho não é apenas ler a Bíblia, mas digerir suas ideias e então transmitir e aplicá-las de uma forma que seja moldada pela formação, personalidade e competência do pregador, bem como pela audiência e a situação a qual ele se dirige. Na pregação, a Escritura não é simplesmente lida, mas “manejada” (2 Timóteo 2.15). Suas ideias são processadas, organizadas, reformuladas e aplicadas pelo pregador. E esse é o motivo pelo qual o pregador deve constantemente se purificar e se esforçar para crescer. Algumas instruções sobre homilética sugerem que a melhor pregação ocorre quando o ministro sai do caminho o máximo possível e permite que a Bíblia “fale por si mesma”. O método expositivo é então recomendado. Mas a melhor forma de alcançar esse efeito é fazer o ministro ler a Bíblia à sua audiência sem nenhum comentário. Isso, contudo, é ler e não pregar. A Bíblia ordena que preguemos. O ministro deve fazer contribuições decisivas para a forma e conteúdo do seu sermão. Pregar não é sair do caminho, mas sim estar bastante nele.
Nesse sentido, pregar não é deixar a Bíblia falar por si mesma, mas falar por ela. Muitos cristãos se sentem desconfortáveis com isso, mas na extensão em que nossa definição de pregação enfraquecer o papel humano, nessa mesma extensão ela também destrói a própria pregação, e também reduz a nossa responsabilidade na questão. Talvez esse seja o motivo pelo qual muitas pessoas favorecem tal definição em nome de permitir que a Bíblia fale por si mesma: faz-nos sentir como campeões da ortodoxia sem ter que assumir a responsabilidade."
Parte do texto: "Padrão para a pregação" de Vicente Cheung. Fonte: Reflections on Second Timothy Tradução: Felipe Sabino de Araújo Neto, julho/2010

Fonte: blog http://oracaovalente.blogspot.com/, RECOMENDO !

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Ação social cristã - realismo e espiritualidade



Durante anos, a Coreia do Sul foi tida como modelo de crescimento da igreja. Porém, em meados de 1990, as igrejas coreanas pararam de crescer e até encolheram, pelo menos como porcentagem da população. Hoje, se quisermos um exemplo de igreja que cresce na Coreia do Sul, devemos olhar para a Igreja Católica. E essa situação provocou reflexões: por que as igrejas evangélicas cresceram tanto entre os anos 60 e 80 e depois estagnaram? E por que, por outro lado, a Igreja Católica vem se expandindo? Uma das razões aventadas é a relativa falta de preocupação social genuína no meio evangélico coreano. As megaigrejas ficaram conhecidas por muitas coisas, mas não pela preocupação social. A construção de impérios eclesiásticos lhes parecia mais importante do que a seriedade no trato das questões sociais. Espero que não sigamos o mesmo caminho. No Brasil, a Rede Evangélica Nacional de Ação Social (RENAS -- www.renas.org.br) é uma das entidades evangélicas mais significativas da atualidade, tanto para a igreja quanto para a sociedade. Organizações como esta são vitais para a igreja, para manter a atratividade evangélica, para alongar a curva de crescimento numérico e, acima de tudo, para o “crescimento integral” da comunidade cristã (pensando a igreja como, na famosa frase de Bonhoeffer, um clube que existe principalmente para os que não são sócios).

Entretanto, essas entidades são importantes também para a sociedade brasileira, apesar dos avanços inegáveis que têm havido. Porque tenho dividido meu tempo entre o Brasil e o Canadá, tenho podido olhar o país de dentro e de fora. Por menos que percebamos isso dentro do país, por mais que o ceticismo sobre o futuro continue, a realidade é que no exterior o Brasil não é visto como era há vinte anos. Porém não quer dizer que uma entidade como a Renas seja menos importante. Ainda há (e haverá por muitos anos) graves necessidades sociais e, mesmo nos países mais avançados, elas não deixam de existir. O aspecto estritamente material das necessidades pode diminuir, mas os aspectos não-materiais continuam existindo. E por mais que os governos se esforcem, não conseguem atender muito bem às dimensões não-materiais das necessidades sociais. Além disso, tem havido uma retração no papel social do Estado na maioria dos países avançados.

Há, no entanto, o perigo da frustração com a igreja evangélica “latu sensu”. Por mais que a RENAS cresça (e tem crescido), representa uma pequena porcentagem dos evangélicos. E essa frustração pode levar a um sentimento de superioridade. Podemos pensar que somos vanguarda, que somos os mais esclarecidos e os mais atuantes. E isso é perigoso. Para não deixarmos que esse perigo mine a base do nosso próprio trabalho, precisamos dos seguintes elementos: “realismo teológico, realismo sociológico” e algo que chamo de “humildade amorosa”.
O “realismo teológico” é a variedade de dons que Deus dá à igreja. A carta constitucional da igreja é a maneira como Deus distribui os dons do Espírito Santo. Isso deveria ser o princípio estruturante da comunidade cristã, conforme percebemos quando olhamos as duas principais listas de dons do Espírito Santo no Novo Testamento (Rm 12.3-8; 1Co 12.1-11). Há uma variedade de dons e essas duas listas são quase totalmente diferentes, exceto por um único dom repetido, que é a profecia. Elas parecem se referir a duas igrejas bem diferentes: a igreja de Corinto como uma igreja “carismática”, e a igreja de Roma como uma igreja “prosaica”. Além disso, o entorno de cada lista também é diferente. No texto de Romanos, enfatiza-se o exercício fiel dos dons e a humildade que deve acompanhá-lo, ou seja, a “fidelidade” e a “humildade”. Por outro lado, em 1 Coríntios enfatiza-se a “diversidade” e a “universalidade” dos dons, ou seja, nem todos têm os mesmos dons e todos recebem algum dom. Poderíamos imaginar que Deus fizesse as coisas de forma diferente. Ele poderia ter constituído a igreja com dons para alguns e não para outros. Ou que quem tivesse certos dons fosse considerado superior a quem tivesse outros. Ou que, em vez de distribuir os dons, desse todos eles a cada um de nós. Em todos os casos, o princípio estruturante da comunidade cristã seria diferente. Porém, a realidade é que Deus criou uma comunidade cristã em que todos têm algum dom, ninguém é superior por ter um dom específico e ninguém possui todos os dons. Isso estrutura a noção de comunidade cristã e é o modelo pelo qual devemos medir e avaliar as comunidades cristãs existentes. Tal realismo teológico serve para moderarmos um pouco a crítica com relação ao fato de a RENAS não abarcar toda a igreja. Há vocações diversificadas que devem ser apreciadas e valorizadas pelos outros, mas não necessariamente imitadas por todos, pois nem todos recebem o mesmo chamado de Deus. O realismo teológico deve sempre adoçar a nossa crítica ao contexto eclesiástico maior.
O “realismo sociológico” é a ideia de que nem todo mundo é capacitado religiosamente da mesma forma. Nas palavras do sociólogo Max Weber, existem os “virtuoses” religiosos, ou seja, pessoas excepcionalmente capacitadas. (Note que a palavra é “virtuoses” e não “virtuosos”, que são pessoas cheias de virtudes, algo que todos os cristãos devem se tornar ao longo dos anos.) Os virtuoses são especialmente capacitados para certas experiências e certas habilidades religiosas (captar elementos místicos, por exemplo). E isso não tem a ver com a questão da salvação. Existem os virtuoses religiosos e a “massa” religiosa -- pessoas que não têm uma capacitação excepcional nesse campo. Por mais que a proposta evangélica seja transformar todos os membros da igreja em virtuoses (todo mundo deve ser “muito crente”, ter experiências espirituais fortes e se envolver em tudo), o fato é que isso nunca acontece. E sempre que a igreja cresce mais numericamente, isso acontece menos. É o que constatamos hoje no Brasil. A igreja evangélica virou fenômeno de massas e a distinção entre a massa evangélica e os virtuoses evangélicos ficou mais evidente. E é sociologicamente irrealista esperar que seja diferente. Podemos esperar que seja “melhor” do que hoje, mas nunca haverá 100% no patamar mais alto. Sempre haverá uma parcela considerável de pessoas que estão na comunidade cristã, mas que “vão levando”. A história mostra que isso sempre acontece. Nesse sentido também é preciso adoçar nossa crítica. Como o processo de crescimento numérico gerou perdas em outros sentidos, houve uma perda considerável do valor da identidade evangélica na sociedade brasileira. Na medida em que a igreja cresce numericamente, podemos nos pautar cada vez menos pela média da igreja. Temos de ser cada vez mais contraculturais na própria igreja. Digo isso não para que nos desanimemos, mas para que saibamos não mergulhar no desânimo. De vez em quando, inevitavelmente, vem uma onda de depressão por causa da realidade evangélica mais ampla. Porém não devemos ceder a ela. O realismo teológico e o realismo sociológico nos ajudam a não “chutar o balde”.

Nota * Palestra apresentada no 5º Encontro Nacional RENAS, em Recife, em agosto de 2010. Paul Freston, inglês naturalizado brasileiro, é professor colaborador do programa de pós-graduação em sociologia na Universidade Federal de São Carlos e professor catedrático de religião e política em contexto global na Balsillie School of International Affairs e na Wilfrid Laurier University, em Waterloo, Ontário, Canadá.







terça-feira, 30 de novembro de 2010

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

A arte não precisa de justificativa, nem religiosa, nem "evangélica"

Se aceitamos que “gosto não se discute”, o mesmo não acontece com as nossas escolhas. Para H. R. Rookmaaker, em seu A Arte Não Precisa de Justificativa, “gosto não se discute”, mas nossas escolhas, sim. E tanto o “gosto” como a “escolha” de cada pessoa podem ser movidos pela qualidade da obra — da música, da letra, do quadro, da escultura — e pelo seu conteúdo, aquilo que ela representa ou quer dizer.

Afirmar que pagode é ruim simplesmente por ser pagode, ou que música clássica é boa somente por ser música clássica carrega o mesmo engano. Ao mesmo tempo, é legítimo e óbvio que alguém diga: “Gosto de música clássica, mas não de pagode”. No entanto, permanece a necessidade da discussão sobre o conteúdo, o significado ou a influência da obra sobre as pessoas. A arte não é neutra. O estilo de vida, os relacionamentos, o modo de pensar, as atitudes formam um belo — ou horrível — retrato da influência dos diferentes campos da cultura sobre os nossos tempos. E, exatamente por isso, é importante lembrar Abraham Kuyper: “Não há um único centímetro quadrado em todos os domínios da existência humana sobre o qual Cristo, que é soberano sobre tudo, não clame: é meu!”.
Para o pensador cristão holandês Hans R. Rookmaaker, pioneiro na exploração das relações entre a arte e a fé cristã no mundo moderno, qualquer discussão sobre o papel da arte deve ser precedida por uma afirmação básica: a arte não precisa de justificativa — nem por motivos religiosos ou propósitos evangelísticos, nem por fins econômicos ou políticos. Para o autor não há separação entre coisas mais espirituais e menos espirituais, e essas mesmas coisas têm valor por aquilo que são, não pelas funções que exercem.
A Arte Não Precisa de Justificativa, lançamento da Editora Ultimato, é uma leitura para todos os cristãos que desejam usar seus talentos para a glória daquele que os presenteou.
Por Marcos Bontempo, diretor editorial da Ultimato.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

"Descobrindo os Desígnios Divinos"

“ Estando no caminho o Senhor me guiou...” Gênesis 24.27

Devemos estar tão unidos com D´us que não haja necessidade de estarmos a toda hora pedindo a orientação dEle. Santificação, significa que somos feitos filhos de D´us; a atitude normal do filho é a obediente. Quando ele resolve desobedecer, sua consciência o acusa na hora. No campo espiritual, essa situação intuitiva é a advertência do Espírito de D´us. Quando ele nos dá esse “sinal”, temos que parar imediatamente, e sermos renovados em nossa mente, a fim de sabermos qual é a vontade de D´us. É um contra senso pedir a D´us a todo o instante que nos guia. “O Senhor me guiou”; e analisando depois o que aconteceu, perceberemos que houve um maravilhoso designo que, como filhos de D´us, creditaremos a ele. Todos nós conseguimos ver a D´us nas coisas excepcionais; mas é necessário maturidade espiritual para vermos a D´us nos mínimos detalhes. Não aceite nenhum evento de nenhuma outra forma, senão como um propósito de D´us; e procure ver em qualquer evento da vida, os desígnios divinos.Tenha cuidado para não idolatrar sua felicidade às suas convicções, em vez de estar dedicado a D´us. “Nunca farei isso”. Há muita probabilidade de você passar por “isso”, se você é um servo de D´us. Nunca houve na terra ser mais incoerente do que nosso Senhor, contudo ele nunca foi incoerente com seu Pai. Temos que ser fiéis a vida de D´us, nunca a um princípio. É esta vida em nós que nos esclarece cada vez mais sobre o propósito de D´us. É mais fácil ser fanático do que servo fiel, porque ser leal a D´us não nos glorifica e fere principalmente a nossa vaidade religiosa.


Tudo para Ele: Oswald Chambers

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Isso é para você !

1   Não te indignes por causa dos malfeitores, nem tenhas inveja dos que praticam a iniqüidade.
2   Pois eles dentro em breve definharão como a relva e murcharão como a erva verde.
3   Confia no SENHOR e faze o bem; habita na terra e alimenta-te da verdade.
4   Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.
5   Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará.
6   Fará sobressair a tua justiça como a luz e o teu direito, como o sol ao meio-dia.
7   Descansa no SENHOR e espera nele, não te irrites por causa do homem que prospera em seu caminho, por causa do que leva a cabo os seus maus desígnios.
8   Deixa a ira, abandona o furor; não te impacientes; certamente, isso acabará mal.
9   Porque os malfeitores serão exterminados, mas os que esperam no SENHOR possuirão a terra.
10   Mais um pouco de tempo, e já não existirá o ímpio; procurarás o seu lugar e não o acharás.
11   Mas os mansos herdarão a terra e se deleitarão na abundância de paz
 
Salmos 37. 1-11

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Artigos que falam sim e não... mas informam, então, cuide-se!

Estresse tem pouco impacto no ganho de peso, diz estudo.

Uma nova revisão de estudos mostra que, em média, o estresse tem poucos efeitos de longo prazo no peso. Pesquisadores analisaram 32 artigos publicados sobre o assunto e descobriram que, contrariando o senso comum, a maioria não encontrou associações entre os níveis de estresse e o ganho de peso ao longo dos anos.
Isso não significa necessariamente que o estresse não influencie o peso de algumas pessoas, segundo o pesquisador Andrew Steptoe, da University College London, no Reino Unido. O efeito médio do estresse no peso pode ser pequeno, mas é possível haver diferenças individuais. "Algumas pessoas podem aumentar a ingestão de comida sob estresse, enquanto outras perdem o apetite", disse Steptoe. Além disso, diferentes tipos de estresse -associado a trabalho ou a eventos específicos- podem afetar o peso de forma distinta. Os estudos analisados nessa pesquisa foram publicados nos últimos 20 anos. Todos eles tinham as medidas dos níveis de estresse dos participantes e os acompanharam ao longo do tempo, para verificar a influência sobre o peso, por até 38 anos. Só um quarto das pesquisas achara uma modesta relação entre ganho de peso e estresse. Em geral, os homens são mais afetados do que as mulheres, outro fato que contraria o senso comum. "A mensagem geral é que, com base nas melhores pesquisas científicas, não é provável que o estresse tenha um papel importante para a obesidade", diz Steptoe. Mesmo assim, ele reconhece que são necessários mais estudos que expliquem por que algumas pessoas engordam mais por causa desse transtorno.


Folha de S. Paulo 01 novembro, 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Grifos relevantes do Congresso de Lausanne, confira!

Revista Ultimato:
"Termina o Terceiro Congresso Mundial de Evangelização"
O culto de encerramento do III Congresso de Lausanne na Cidade do Cabo foi marcado pela forte tradição litúrgica anglicana, pela celebração musical e pela ênfase cristocêntrica. Ao final do culto, era possível perceber nos rostos dos participantes sorrisos de satisfação. Cristãos de quase 200 países foram, no último momento, mais uma vez comissionados para cumprir o chamado de Deus no mundo. A celebração da Santa Ceia, dirigida pelo arcebispo da Igreja Anglicana de Uganda, Henry Luke Orombi, marcou a busca por unidade – tema este constante nos cinco dias do congresso, seja nas plenárias, nos grupos pequenos, nos debates e nas conversas de corredores. A inquietação de que a igreja ainda sofre com a desunião foi resumida na manhã deste domingo nas palavras do pastor de Singapura, Patrick Fung: “A arrogância e a auto-comiseração são os grandes obstáculos para o trabalho em parceria da igreja em favor da evangelização do mundo”.

Os seis grandes temas do congresso – verdade, reconciliação, relacionamento com outras crenças, definição de prioridades, integridade e parceria – foram lembrados transversalmente no sermão de encerramento ministrado por Lindsay Brown, diretor internacional do Movimento Lausanne. Em sua homilia, ele deixou claro qual foi o centro de referência dos esforços do Congresso de Lausanne: “Cristo é o centro da mensagem. Ele não é apenas um salvador, mas o único salvador. Nossa vocação é declarar Cristo em toda a sua glória”. Brown também defendeu a verdade como um elemento essencial para o cumprimento da missão. “Não dá para evangelizar se não sabemos no que cremos”. Ele enfatizou ainda a amplitude da missão: “Nossa missão não é somente levar o evangelho de Jesus para todos os lugares, mas também para toda a sociedade”.

A liturgia contou com mais de 20 cânticos intercalados com orações e leituras comunitárias. Textos bíblicos foram lidos e o Credo de Niceno foi cantado. O momento da Santa Ceia foi profundo e especialmente representativo. Ver homens e mulheres com suas faces e vestes diversas participando, em comunhão singela, do pão mergulhado no vinho nos deu o sentimento de gratidão a Deus pelo privilégio de participar do III Congresso de Lausanne e de que a Igreja global é maior e mais complexa do que podemos mensurar. As palavras finais do arcebispo africano soam como sinos a anunciar um novo ato: “Vão em paz. Proclamem o Evangelho de Jesus Cristo”. Com alegria e seriedade, respondemos: “graças seja ao Senhor”.

Um congresso pouco latino - O III Congresso foi marcado por testemunhos emocionantes de cristãos fiéis que estão enfrentando o sofrimento em favor do Evangelho em países como Índia, Coréia do Norte e Oriente Médio, pela descoberta da riqueza contida na carta de Paulo aos efésios, pelos diálogos ao redor de mesas entre pessoas de lugares diferentes e pelo tom de urgência e pragmatismo. As opiniões sobre o congresso eram diversas: uns sentiam-se renovados espiritualmente; outros, reclamavam de um conteúdo superficial. Os latinos-americanos sentiram-se prejudicados pela pouca visibilidade dada ao continente e à sua teologia. O momento sintomático foi a exibição de um vídeo que se propunha em dar um panorama do Cristianismo no continente. Foi unâmine o mal-estar, já que muitas informações estavam desatualizadas ou mesmo erradas. Outro indicador desta insatisfação foram as palavras dos teólogos latinos René Padilla e de Samuel Escobar, ícones da Missão Integral, e considerados grandes personagens da redação do Pacto de Lausanne. Na noite do dia 20, eles apontaram três preocupações que deveriam ser melhor exploradas neste congresso: 1) o evangelismo como a tarefa de fazer discípulos e não simplesmente convertidos; 2) a globalização e seus efeitos sobre milhões de pobres; 3) e o sistema econômico e sua destruição do meio ambiente. Nos dois últimos dias, o congresso chegou mais próximo destas preocupações, no entanto, sem grandes avanços.Por outro lado, o III Congresso de Lausanne foi muito importante para fazer com que os desafios atuais da chamada igreja global sejam conhecidos e sentidos por todos os continentes. A este fato, o pastor brasileiro e integrante do grupo que vai concluir o documento oficial do congresso, Valdir Steuernagel, fez uma excelente síntese, diante dos reclamos dos latino-americanos: “Lausanne precisa aprender a olhar para a América Latina, mas nós, latinos, precisamos aprender a olhar o mundo”.

Compromisso da Cidade do Cabo - O resultado concreto do III Congresso de Lausanne é o “Compromisso da Cidade do Cabo”. O documento é uma declaração final do Movimento Lausanne a partir do congresso. Ele divide-se em duas partes. A primeira é uma declaração de fé, e a segunda um chamado para a ação. Entitulada “Para o Senhor que amamos: o nosso compromisso de fé”, a primeira parte do documento – com versão ainda provisória - enfatiza o verbo amar e é dividida em uma introdução e dez seções. Todos os participantes do evento receberam cópias do texto em sua própria língua. O trecho a seguir revela o tom do documento: “Esta declaração foi firmada na linguagem do amor. O amor é a linguagem da aliança. As alianças bíblicas, antigas e novas, são expressão do amor redentor de Deus e da graça que alcança a humanidade perdida e a criação deteriorada. Em troca, elas pedem o nosso amor. O nosso amor se manifesta através da confiança, obediência e do compromisso apaixonado com a aliança do Senhor. O Pacto de Lausanne definiu a evangelização desta forma ‘toda a igreja levando todo o Evangelho para todo o mundo’. Esta continua sendo nossa paixão.” A segunda parte ainda não foi elaborada. Para isso, há um grupo de trabalho de oito pessoas (entre elas, dois brasileiros: Valdir Steuernagel e Rosalee Veloso). Eles vão trabalhar na redação do documento, que deve ter sua primeira versão em novembro deste ano.

Por Lissânder Dias, casado, jornalista e coordenador executivo da Rede Mãos Dadas é colaborador da revista Ultimato e atua na área de comunicação da RENAS. É organizador de Uma Criança os Guiará.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

terça-feira, 19 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

sábado, 18 de setembro de 2010

“A mente apaga registros duplicados”

O cérebro humano mede o tempo por meio da observação dos movimentos. Se alguém colocar você dentro de uma sala branca vazia, sem nenhuma mobília, sem portas ou janelas, sem relógio.... você começará a perder a noção do tempo. Por alguns dias, sua mente detectará a passagem do tempo sentindo as reações internas do seu corpo, incluindo os batimentos cardíacos, ciclos de sono, fome, sede e pressão sanguínea. Isso acontece porque nossa noção de passagem do tempo deriva do movimento dos objetos, pessoas, sinais naturais e da repetição de eventos cíclicos, como o nascer e o pôr do sol. Compreendido este ponto, há outra coisa que você tem que considerar: Nosso cérebro é extremamente otimizado. Ele evita fazer duas vezes o mesmo trabalho. Um adulto médio tem entre 40 e 60 mil pensamentos por dia. Qualquer um de nós ficaria louco se o cérebro tivesse que processar conscientemente tal quantidade. Por isso, a maior parte destes pensamentos é automatizada e não aparece no índice de eventos do dia e, portanto, quando você vive uma experiência pela primeira vez, ele dedica muitos recursos para compreender o que está acontecendo.

É quando você se sente mais vivo.

Conforme a mesma experiência vai se repetindo, ele vai simplesmente colocando suas reações no modo automático e 'apagando' as experiências duplicadas. Se você entendeu estes dois pontos, já vai compreender porque parece que o tempo acelera, quando ficamos mais velhos e porque os Natais chegam cada vez mais rapidamente. Quando começamos a dirigir automóveis, tudo parece muito complicado, nossa atenção parece ser requisitada ao máximo. Então, um dia dirigimos trocando de marcha, olhando os semáforos, lendo os sinais ou até falando ao celular ao mesmo tempo. Como acontece? Simples: o cérebro já sabe o que está escrito nas placas (você não lê com os olhos, mas com a imagem anterior, na mente); O cérebro já sabe qual marcha trocar (ele simplesmente pega suas experiências passadas e usa , no lugar de repetir realmente a experiência). Ou seja, você não vivenciou aquela experiência, pelo menos para a mente. Aqueles críticos segundos de troca de marcha, leitura de placa são apagados de sua noção de passagem do tempo.

Quando você começa a repetir algo exatamente igual, a mente apaga a experiência repetida. Conforme envelhecemos as coisas começam a se repetir - as mesmas ruas, pessoas, problemas, desafios, programas de televisão, reclamações ... enfim... as experiências novas (aquelas que fazem a mente parar e pensar de verdade, fazendo com que seu dia pareça ter sido longo e cheio de novidades), vão diminuindo. Até que tanta coisa se repete que fica difícil dizer o que tivemos de novidade na semana, no ano ou, para algumas pessoas, na década. Em outras palavras, o que faz o tempo parecer que acelera é a... ROTINA ! A rotina é essencial para a vida e otimiza muita coisa, mas a maioria das pessoas ama tanto a rotina que, ao longo da vida, seu diário acaba sendo um livro de um só capítulo, repetido todos os anos.

Felizmente há um antídoto para a aceleração do tempo: M & M (Mude e Marque).

* Mude, fazendo algo diferente e marque, fazendo um ritual, uma festa ou registros com fotos.

* Mude de paisagem, tire férias com a família (sugiro que você tire férias sempre e, preferencialmente, para um lugar quente, um ano, e frio no seguinte) e marque com fotos, cartões postais e cartas.

* Tenha filhos (eles destroem a rotina) e sempre faça festas de aniversário para eles, e para você (marcando o evento e diferenciando o dia).

* Use e abuse dos rituais para tornar momentos especiais diferentes de momentos usuais.

* Faça festas de noivado, casamento, 15 anos, bodas disso ou daquilo, bota-foras, participe do aniversário de formatura de sua turma, visite parentes distantes, entre na universidade com 60 anos, troque a cor do cabelo, deixe a barba, tire a barba, compre enfeites diferentes no Natal, vá a shows, cozinhe uma receita nova, tirada de um livro novo...

* Escolha roupas diferentes, não pinte a casa da mesma cor, faça diferente, beije diferente sua paixão e viva com ela momentos diferentes.

* Vá a mercados diferentes, leia livros diferentes, busque experiências diferentes.

Seja diferente do que você é agora ! Se você tiver dinheiro, especialmente se já estiver aposentado, vá com seu marido, esposa ou amigos para outras cidades ou países, veja outras culturas, visite museus estranhos, deguste pratos esquisitos... em outras palavras... V-I-V-A. !! Porque se você viver intensamente as diferenças, o tempo vai parecer mais longo. E se tiver a sorte de estar casado(a) com alguém disposto(a) a viver e buscar coisas diferentes, seu livro será muito mais longo, muito mais interessante e muito mais v-i-v-o. do que a maioria dos livros da vida que existem por aí. Cerque-se de amigos. Amigos com gostos diferentes, vindos de lugares diferentes, com religiões diferentes e que gostam de comidas diferentes.

Enfim, acho que você já entendeu o recado, não é? Boa sorte em suas experiências para expandir seu tempo, com qualidade, emoção, rituais e vida.
Por Airton Luiz Mendonça (Artigo do jornal O Estado de São Paulo)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

"Ganho Desonesto"

Em razão de sua elevada posição e visibilidade, os maiores líderes profissionais e empresariais do mundo, freqüentemente estão nos noticiários. Quando suas empresas apresentam lucros significativos, anunciam inovações tecnológicas ou produtos que traçam novos caminhos, ou realizam grandes aquisições, esses CEO’s são repentinamente colocados sob os holofotes da mídia. Mas nem sempre tais notícias são as melhores.
Com freqüência ouvimos e lemos relatos depreciadores sobre falta de ética, manipulação de dados financeiros, sonegação de impostos, uso de informações privilegiadas, negócios enganosos para clientes, manobras desleais para obter vantagens competitivas, relatórios de despesas falsas ou excessivas. A lista poderia ir longe...
A questão é para alcançar seus “15 minutos de fama” (como disse aos atrás certo observador da sociedade), você não gostaria que esse reconhecimento se concentrasse sobre suas realizações positivas, ao invés de focar sobre relatos de deficiências morais ou éticas? Você não gostaria que o balanço final de sua carreira resultasse em algo digno de admiração, em vez de torná-lo objeto do ridículo e do desprezo?
Certamente que todos preferimos ser conhecidos por comportamentos e performances positivos e louváveis. Mas, como podemos ter certeza de que assim será? Que passos podemos adotar para evitar os tropeços e armadilhas da ambição mal dirigida e descuidada, da avidez e do engano?  Não existe uma resposta única e simples para essas questões, considerando em particular, o cotidiano profissional e empresarial, complexo e fértil em oportunidades para atalhos éticos ou uso indevido para vantagem pessoal, das circunstâncias com que nos deparamos. Entretanto, uma salvaguarda pode ser encontrada, na busca de uma visão de longo prazo para nossas ações e planos. Será que a estratégia aparentemente vantajosa e atrativa no presente, permanecerá igualmente interessante no futuro, depois que as ramificações dessa decisão forem reveladas? Em outras palavras, poderiam essas “recompensas” imediatas, ter mais tarde conseqüências devastadoras para nós e para terceiros? O antigo livro de Provérbios nos fala sobre isso:
Os fins e os meios devem estar acima de qualquer suspeita. Às vezes, consideramos prontamente quaisquer meios, no afã de atingir nossos objetivos, mesmo que sejam questionáveis, quando são óbvia e incontestavelmente errados. O emprego de meios duvidosos pode facilmente resultar em grande perda – nosso sustento, carreira profissional, família, amigos, reputação e muito mais. “Tal é o fim de todos os que vão atrás do ganho desonesto; ele toma as vidas daqueles que o obtêm” (Provérbios 1.19).
O impacto a longo prazo pode frear a imprudência. Se pensarmos apenas naquilo que queremos, e para já, nossas decisões serão bem diversas das que tomamos quando temos em mente, primeiramente, os melhores interesses de outras pessoas. “O governador tirânico carece de discernimento, mas os que odeiam o ganho desonesto desfrutarão de uma vida longa” (Provérbios 28.16). Prudência no presente pode significar recompensas no futuro. Se formos cautelosos em nosso modo de vida pessoal e profissional, considerando cuidadosamente o impacto final de nossas ações, a probabilidade de agirmos de forma errada e algum dia termos que pagar por nossos erros fica enormemente diminuída. “Quem procede com integridade viverá seguro, mas quem procede com perversidade de repente cairá” (Provérbios 28.18).
Por Robert J. Tamasy - Maná da Segunda

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

"...entre tantas propagandas políticas...há coisas boas!"

Campanha espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors:

1. "Crie filhos em vez de herdeiros."
2. "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem  
      para tomar um sorvete."
3. "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da
      janela."
4. "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para
      quem você ama."
5. "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas."
6. "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?"
7. "Quantas reuniões foram mesmo esta semana? Reúna os amigos."
8. "Você pode dar uma festa sem dinheiro. Mas não sem amigos."
9. "Não eduque seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz. Assim, ele saberá o valor das coisas e
      não o seu preço."

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Nele todas as coisas encontram o seu propósito !



Colossenses 1.16
 “pois nele foram criadas todas as coisas nos céus e na terra, as visíveis e as invisíveis, sejam tronos ou soberanias, poderes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por ele e para ele”. NVI - Portugues

 “Porque por él fueron criadas todas las cosas que están en los cielos, y que están en la tierra, visibles é invisibles; sean tronos, sean dominios, sean principados, sean potestades; todo fué criado por él y para él.” Reina Valera - Espanhol


 “For by him were all things created, that are in heaven, and that are in earth, visible and invisible, whether they be thrones, or dominions, or principalities, or powers: all things were created by him, and for him:” King James - Inglês


 “Denn durch ihn ist alles geschaffen, was im Himmel und auf Erden ist, das Sichtbare und das Unsichtbare, es seien Throne oder Herrschaften oder Fürstentümer oder Obrigkeiten; es ist alles durch ihn und zu ihm geschaffen." Luther - Alemão


 “Poichè in lui sono state create tutte le cose, quelle che son ne´ cieli, e quelle che son sopra la terra; le cose visibili e le invisibili; e troni, e signorie, e principati, e podestà; tutte le cose sono state create per lui, e per cagione di lui.” Giovanni Diodati Bible - Italiano


 “Car en lui ont été créées toutes les choses qui sont dans les cieux et sur la terre, les visibles et les invisibles, trônes, dignités, dominations, autorités. Tout a été créé par lui et pour lui.” Louis Segon - Frances

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Uma verdadeira afronta !!!

Propaganda de Asterix comendo McDonald's causa revolta na França

Paris (França) - Asterix, o herói que muitas vezes é evocado para simbolizar a resistência à influência norte-americana na França, agora come no McDonald’s. A agência BETC Euro RSCG fez uma campanha publicitária com o personagem comendo hambúrguer e batata-frita, o que causou indignação e irritação entre os franceses, que consideraram o anúncio um insulto contra o patrimônio nacional, informou o jornal Le Figaro. Asterix, Obelix e seus amigos em festa no McDonald's: franceses consideraram o anúncio um 'insulto'. O anúncio mostra o valente gaulês e seus amigos - entre eles, o file escudeiro Obelix - fazendo uma festa dentro de uma lanchonete do McDonald’s, com o Chatotorix amarrado a uma árvore do lado de fora, como é de costume nas histórias. “Asterix, o último dos nossos heróis nacionais, irredutível gaulês resistente ao opressor graças à poção mágica e ao humor, teria-se deixado seduzir pelo Big Mac e pela Coca-Cola, abandonando por sua própria vontade a cerveja e o javali?”, pergunta Olivier Delcroix, autor do artigo no Figaro. Indignação No próprio site do Figaro, leem-se muitos comentários de leitores irritados com o anúncio. “Estou desapontado e chocado. Para mim, Asterix, antes de tudo, faz parte do patrimônio cultural francês”, afirma um internauta que se identifica como Etiennito. "Meu herói de infância sacrificado como um porco selvagem! O que vem depois? Tintin comendo no Subway?", escreveu um blogueiro. "Que irônico, o invencível gaulês fazendo propaganda para os invasores", disse outro comentário enfurecido no Twitter. O anúncio é um de três criados pela agência de publicidade Euro RSCG para a campanha do McDonald's "Venha como você for". Os outros usaram a Cinderela chegando ao drive-thru do McDonald's em uma abóbora, e o personagem com máscara de fantasma do filme Pânico comendo um Big Mac. O McDonald's tem sido alvo frequente do sentimento anti-americano na França, e tem sido visto por muitos como símbolo da ameaça à cultura e culinária francesas imposta pela globalização e a junk food. Rebeldia francesa. Asterix, cujas aventuras lutando contra invasores romanos apareceram impressas pela primeira vez em 1959, é frequentemente visto como um símbolo do espírito rebelde francês. Junto com seu companheiro Obelix, ele continua sendo um dos personagens de quadrinhos mais queridos da França. Seus livros já venderam cerca de 325 milhões de cópias pelo mundo. Essa não é a primeira vez, no entanto, que o Asterix foi submetido às forças do capitalismo. Em 2001, o McDonald's fez outra ação com o gaulês, para substituir Ronald McDonald em sua campanha de marketing, na época de lançamento do filme Asterix e Cleópatra.
Fonte: http://odia.terra.com.br/portal/mundo/html/2010/8/propaganda_de_asterix_comendo_mcdonald_s_causa_revolta_na_franca_104257.html,

domingo, 15 de agosto de 2010

"A Tragédia do Inacabado"


Tomei emprestado o título deste artigo de uma palestra do renomado empresário Dr. John Haggai. Com voz forte e dinamismo de "um jovem de 80 anos", Dr. Haggai desafiou um grupo de profissionais e empresários de vários países a considerarem os perigos das“obras inacabadas” em cada área de suas vidas. Recentemente assisti ao vivo as imagens dolorosas, em todos os canais de televisão, mostrando a tragédia da queda de um avião comercial na cidade, com quase duas centenas de pessoas a bordo, sobre um local em que estive tantas vezes a negócio e onde tinha amigos de quem aguardava ansiosamente por notícias. Ao contemplar aquelas cenas de terror, veio à minha mente o eco da voz altissionante do Dr. Haggai: “Tenham cuidado com obras inacabadas”. Noticiou-se que as obras de recuperação em uma das pistas do aeroporto, onde a aeronave tentou frustradamente pousar, estavam inacabadas. Enquanto considerava essa "obra inacabada" ― bem como as obras por acabar dos que pereceram no acidente ― pensei também nas inúmeras obras inacabadas na minha vida pessoal. O preço que tive de pagar para concluir algumas foi alto. Outras,até hoje luto para concluí- las.  Obras inacabadas! Como evitar ser destruído por elas ou pagar alto preço por retardar sua conclusão? Philip Chesterfield foi muito preciso ao afirmar: "Tudo o que vale a pena ser feito merece e exige ser bem feito". Por negligência, ineficiência, preguiça, medo, não querer sofrer ou fazer outros sofrerem, as obras inacabadas vão atapetando os caminhos de nossa existência. Ao referir-se à obra para a qual foi comissionado, Jesus Cristo declarou enfático:“Terminei a obra que me destes a fazer” (João 17.4). E antes de entregar o espírito Ele foi categórico: “Está concluído!” (João 19.30). Vejamos algumas dicas para ajudar a evitar obras inacabadas:
Prestar contas a alguém. Um amigo, mentor, pai, mãe ou cônjuge estão entre os que podemos prestar contas e assim evitar negócios inacabados. Porém, para ser efetiva, essa prestação de contas deve ocorrer regularmente. Abrir nossa vida particular e expor fraquezas que preferiríamos manter escondidas requer muita maturidade emocional. Sabedor da árdua tarefa que lhe coube de construir o Templo, Salomão recebeu este conselho do seu pai: “Esforça-te e tem bom ânimo, e faze a obra; não temas, nem te apavores; porque o Senhor DEUS, meu DEUS, há de ser contigo; não te deixará, nem te desamparará, até que acabes toda a obra do serviço da Casa do Senhor” (I Crônicas 28.20).
Manter diligência e foco. Atividades do cotidiano colocam alta demanda sobre o nosso tempo. É o efeito multitarefa. Saber estabelecer prioridades e lidar com cada uma com diligência e foco requer sabedoria. Definitivamente Salomão aprendeu a lição: “O que é negligente na sua obra é também irmão do desperdiçador” (Provérbios 18.9). Perseguir o fim com determinação. Dois meses atrás comecei uma carta a um amigo que não via há mais de 30 anos e que soube que ele estava com câncer. Duas semanas depois meu amigo morreu. A carta ficou inacabada e sem ser postada. Ao lê-la chorei pensando na chance que perdi em oferecer encorajamento a alguém já no fim de seus dias. Obras inacabadas cobram preço alto e multa pesada. Procrastinar, ficar esperando por mais inspiração, por melhor momento, são meras desculpas.
Deus nos propiciou exemplo perfeito desde o princípio: “E havendo DEUS acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito” (Gênesis 2.2).
Texto de autoria de J. Sergio Fortes, advogado e consultor em transportes e membro do CBMC Brasil.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Viver pela fé? Ou viver da fé?


Viver pela fé, que é um dom de Deus, é crer e confiar que absolutamente nada foge ao controle daquele que tudo criou. Aceitar que, mesmo não compreendendo tudo, estamos seguros de que há algo maior que orquestra a vida dos que nele confiam. A escritura nos diz: considere o dia bom e o dia ruim, pois tanto um quanto o outro, Deus os fez. Assim como na promessa do Salmo 91, lá está, mas ninguém parece querer enxergar: e na adversidade estarei contigo. Isso sem falar de Jesus, o próprio filho de Deus, que não fez outra coisa a não ser viver até a morte, mas ressuscitar, pela fé, para dizer: no mundo tereis aflição, mas tende bom ânimo pois eu venci o mundo. A única e verdadeira vitória; a Graça imerecida que redime e nos permite voltar para perto do Pai. De fato, não há nada que possamos fazer para que Deus nos ame mais, nem atitude alguma que faça com que ele no ame menos. Esse é um amor incondicional, sem exigência, que constrange e transforma sem qualquer imposição.
Ou seja, viver pela fé é crer que a vida é uma dinâmica, que não temos controle do todo, que nem tudo será sempre mil maravilhas, mas que Deus é a única possibilidade diante de nossas impossibilidades, que não são poucas. Aliás, basta abrir os braços, imitando o Cristo Redentor, para perceber o quanto nossos braços são curtos. Alcançamos pouco e abraçamos muito menos do que o nosso ego imagina. Assim podemos ter uma noção de quão grande é a nossa ganância e nítida ignorância de que temos controle sobre as variáveis que a vida, invariavelmente, nos apresenta. Viver pela fé é um ato de coragem, diária, de crer para ver. Não o de ver para, aí, só então: crer.
Já o viver da fé é o fator Denorex – parece mas não é – que se apropria de acontecimentos e históricos para manipular, tirar proveito e fingir extrair o novo de algo que já foi feito. O exercício da distorção, da imposição de condições, que na maioria das vezes envolve a área financeira, em troca de um resultado ainda melhor. Neste contexto estão as famosas campanhas de prosperidade, da vida inabalável, e do maravilhoso mundo que só mesmo o antigo seriado “Ilha da Fantasia” conseguia representar. Ou seja: coisa de Tatu.

E por falar em Tatu, esse tipo de “fé” normalmente se esconde e vive entocada. Mas, quando encontram espaço e uma “terra boa”, fazem um estrago por onde passam. Por sorte, mais ou menos dia, os “desfésados” ou os que verdadeiramente vivem pela fé começam a observar furos pelo caminho. Aí, quando um Tatu, que faz muito movimento mas pouca mudança é desnudado, o cair e o tropeçar em seus próprios buracos é só uma questão de tempo e observação. Como a própria sabedoria milenar nos diz: cuidado com os falsos profetas e os lobos com vestes de carneiro. Eu acrescentaria: fique esperto; cuidado com o Tatu.
Por Daniel Argolo

sábado, 7 de agosto de 2010

"Considerações sobre mudanças"

Quando pretendi obter entendimento sobre a natureza humana, numa destas andanças de reflexões que hora outra faço, me chegou certa frase que dizia assim: “As nossas atitudes refletem a nossa altitude”, e era bem isso que eu estava à procura, uma relação entre o que faço e o que sou (ou, que altura estou). Tenho uma forte tendência de traçar linhas de intersecção entre as atitudes e escolhas humanas e os conteúdos, pois entendo que a altura que alguém se encontra reflete em como ela se posiciona frente a quase todas as coisas, quase.
Considerando mudanças (e não maquiagem ou muda de roupa) como a dinâmica irrevogável da vida entende-se que não há possibilidade delas na natureza humana sem a experiência da metanóia (arrependimento), pois no Reino de D´us nada sobe ou se eleva sem mudança de natureza, pois como todos sabemos a natureza humana não voa e nem tampouco sobe por seus próprios atributos naturais. É incapaz!
Nossos atributos elevam coisas daqui cuja escala de valor não é o dali, do reino de D´us, Lucas 16.16, afirma: “... pois aquilo que é elevado entre os homens é abominação diante de D´us.”


Vale à pena pensar nisso!

domingo, 1 de agosto de 2010

Na veia !

quarta-feira, 21 de julho de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010

" Alegro-me nas tuas promessas, como quem acha
grandes despojos."
Salmo 199.162


domingo, 11 de julho de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

" Emocionalizando o amanhã"

Medo ou Expectativa - Quando você ouve a palavra, "futuro", que pensamentos lhe vêm à mente? Que sentimentos começam a aflorar? Você sente entusiasmo, vivacidade e expectativa, ou medo, confusão, desconforto, incerteza, e até mesmo desamparo? Ninguém se sabe o que o futuro trará. Como um livro cativante que se revela uma página por vez, o futuro se revela a nós um dia de cada vez, com vislumbres do que deve ou pode acontecer dentro de dias, semanas ou meses, mas sem qualquer promessa ou garantia. Uma declaração de Peter Drucker, autoridade em administração mundialmente reconhecida, chamou minha atenção. Em "The Daily Drucker: 366 Days of Insight and Motivation for Getting the Right Things Done" (Drucker Diário: 366 Dias de Percepção e Motivação Para Fazer as Coisas Certas), uma coletânea de pensamentos extraídos de seus livros, Drucker faz a seguinte observação sobre planejamento de longo prazo, em relação ao futuro incerto: "O futuro exige decisões agora. Exige riscos agora. Urge ação agora. Demanda alocação de recursos e, sobretudo, de recursos humanos agora. Requer trabalho agora.” Podemos adotar um de dois extremos ao olhar para o futuro: não fazer nada e simplesmente deixa-lo "acontecer", ou nos tornarmos tão obcecados em preparativos para as semanas, meses e anos que estão por vir, a ponto de deixar de viver o presente. Entretanto, existe uma terceira alternativa: com: diligência e sabedoria, agir da melhor forma possível, com base no que conhecemos e podemos antecipar, atenuado pelo reconhecimento de que nem mesmo o mais astuto planejamento pode responder por eventos invisíveis e imprevisíveis do ambiente econômico e do mundo dos negócios. O livro de Provérbios cita a formiga como bom exemplo de abordagem do futuro: "Observe a formiga, preguiçoso, reflita nos caminhos dela e seja sábio! Ela não tem nem chefe, nem supervisor, nem governante, e ainda assim armazena as suas provisões no verão e na época da colheita ajunta o seu alimento" (Provérbios 6.6-8). As formigas não podem planejar estratégias de longo prazo, mas instintivamente sabem que para sobreviver aos meses frios do inverno, quando a comida é escassa, devem trabalhar diligentemente durante as estações em que o alimento está disponível. Do mesmo modo, em vez de se tornarem complacentes em tempos de prosperidade e reagirem desordenadamente, quando os negócios sofrem súbita queda, os líderes empresariais serão sábios preparando-se para contingências. Como nos lembra a Bíblia, planejar para o futuro é uma coisa; preocupar-se ou agir com presunção a respeito dele, é outra.

Não se preocupe com o futuro. Preocupar-se pode parecer produtivo, porque gastamos muita energia mental e emocional, mas em última instância é fútil, porque o futuro envolve fatores que não podemos controlar. Além do mais, a maior parte das coisas com as quais nos preocupamos jamais acontece. "Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará suas próprias preocupações. Basta a cada dia o seu próprio mal" (Mateus 6.34). Não se vanglorie do futuro. Um plano de ação bem concebido é valioso, mas deve ser flexível para admitir ajustes e mudanças de rumos que não foram previstos. Não presuma do sucesso do Plano A; esteja sempre pronto para implementar o Plano B. "Não se gabe do dia de amanhã, pois você não sabe o que este ou aquele dia poderá trazer" (Provérbios 27.1). Não desconsidere o papel de Deus no futuro. Alguém já disse: "Trabalhe como se tudo dependesse de você e ore como se tudo dependesse de Deus." Deixar de reconhecer o envolvimento de Deus nos acontecimentos diários, pode significar o fracasso da sua empreitada. "Ouçam agora, vocês que dizem: 'Hoje ou amanhã iremos para esta ou aquela cidade, passaremos um ano ali, faremos negócios e ganharemos dinheiro. Vocês nem sabem o que lhes acontecerá amanhã!... Ao invés disso, deveriam dizer: 'Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo'" (Tiago 4.13-15).
Por Robert J. Tamasy - MANÁ DA SEGUNDA é uma edição semanal do CBMC INTERNATIONAL

terça-feira, 6 de julho de 2010

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Olhando com mais atenção para ler com mais precisão.

Assista e depois leia... interligar é melhor que inventar!
History Channel parte 5: http://www.youtube.com/watch?v=5IJK9Gl3bkM&feature=related,
“D´us toma o seu lugar na reunião dos deuses e no meio deles dá a sua sentença: "Vocês precisam parar de julgar injustamente e de estar do lado dos maus. Defendam os direitos dos pobres e dos órfãos; sejam justos com os aflitos e os necessitados. Socorram os humildes e os pobres e os salvem do poder dos maus. "Vocês são ignorantes, não entendem nada; vocês vivem na escuridão. As bases da lei e da ordem na terra estão abaladas. Eu disse: 'Vocês são deuses; todos vocês são filhos do D´us Altíssimo. Porém morrerão como os homens comuns morrem; a vida de vocês acabará como a de qualquer príncipe. " Vem, ó D´us, e governa o mundo, pois todas as nações são tuas!” - Salmo 82
Recomendo você assistir as 5 partes do programa é só acessar no You Tube, depois leia o Salmo, algo novo virá. Boa interligação!

domingo, 27 de junho de 2010

"Para uma geração masculina clonada."

Diante de um momento onde a clonagem comportamental vem ganhando força, a geração masculina, carece de uma reflexão para dentro de si, onde o universo da identidade pessoal precisa ser resgatada.  

quarta-feira, 23 de junho de 2010

"A gente durmimo" no quentinho !

Uma familia extremamente necessitada recebeu um presente anônimo às vésperas do inverno. Quem intermediou a ação foi uma enfermeira que conhecia as redondezas. O volume foi entregue logo pela manhã, antes que a mãe saísse de casa e deixasse, como sempre, as três crianças pequenas trancadas no minúsculo cômodo em que viviam. Talvez não fosse a melhor opção, mas quem mora em uma área carente da Baixada Fluminense não pode se dar ao luxo de deixar os filhos soltos pelas ruas. Em meio à surpresa matinal, os embrulhos foram abertos rapidamente pelos três. Havia pacotes coloridos com cobertores novos, brinquedos,pares de meias, chocolates.Chocolate era uma preciosidade para eles. A cada fita desenrolada, gritinhos de contentamento. A alegria se estendeu até a noite.No dia seguinte, saindo de casa, a enfermeira bateu à portinha do barraco e olhou pela janelinha o rosto das crianças. O caçulinha, ainda deitado ao lado dos irmãos, já estava acordado. Seus grandes olhos de jabuticaba brilhavam enquanto passava as mãos vagarosamente pelo cobertor novo.Ele levantou, chegou perto da janela e estendeu as mãos para a moça. Claro, ela não ia tirá-lo de lá, mas mandou um beijinho e perguntou do que ele mais tinha gostado: dos brinquedos ou dos chocolates? Ele olhou com ternura para os irmãos adormecidos na única cama, dobrou os bracinhos e, sorrindo, respondeu baixinho:
- O que eu mais gostei é que essa noite ” a gente durmimo” no quentinho.
Quem ensinou esse garotinho que “a gente” é mais importante do que “eu”? Quem colocou tanto amor no seu coraçãozinho, que preferiu sentir satisfação por terem dormido juntos, “no quentinho“, felizes, mesmo tendo outros presentes?
Quem?
Fonte: uma amiga, um email do Rio de Janeiro.

terça-feira, 15 de junho de 2010

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Talves seja a sua história !

"Quando você for ao santuário de D´us, seja reverente. Quem se aproxima para ouvir é melhor do que os tolos que oferecem sacrifício sem saber que estão agindo mal. Não seja precipitado de lábios, nem apressado de coração para fazer promessas diante de D´us. D´us está nos céus, e você está na terra, por isso, fale pouco. Das muitas ocupações brotam sonhos; do muito falar nasce a prosa vã do tolo. Quando você fizer um voto, cumpra-o sem demora, pois os tolos desagradam a D´us; cumpra o seu voto.  É melhor não fazer voto do que fazer e não cumprir.  Não permita que a sua boca o faça pecar. E não diga ao mensageiro de D´us: O meu voto foi um engano. Por que irritar a D´us com o que você diz e deixá-lo destruir o que você realizou?  Em meio a tantos sonhos absurdos e conversas inúteis, tenha temor de D´us."  Eclesiastes 5.1-7

"Para o teu templo virei com holocaustos e cumprirei os meus votos para contigo, votos que os meus lábios fizeram e a minha boca falou quando eu estava em dificuldade."  Salmos 66.13-14

"Quan­do um homem fizer um voto ao Senhor ou um juramento que o obrigar a algum compromisso, não poderá quebrar a sua palavra, mas terá que cumprir tudo o que disse."  Números 30.2

Depois de ler esse texto com bastante atenção e sem pressa, medite profundamente em Ageu 1.2-15 e fale com D´us  . . . talves seja a sua história!

terça-feira, 8 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

“A  FIM DE  PROCLAMAREM  AS  VIRTUDES  DAQUELE  QUE  OS  CHAMOU  DAS  TREVAS PARA  A  SUA  MARAVILHOSA  LUZ.”
Ainda que a expressão “missão integral” esteja na moda, o modelo de missão que ela representa não é recente. Além disso, há muitas igrejas que a praticam sem necessariamente usar a expressão para referir-se ao que estão fazendo. O que aconteceu nos últimos anos foi uma recuperação da perspectiva bíblica segundo a qual não basta falar do amor de Deus em Cristo Jesus: é preciso vivê-lo e demonstrá-lo em termos de serviço. Em O Que é Missão Integral?, René Padilla mostra que a igreja que se compromete com a missão integral entende que seu propósito não é chegar a ser grande, rica ou politicamente influente, mas sim encarnar os valores do reino de Deus e manifestar o amor e a justiça, tanto em âmbito pessoal como em âmbito comunitário. “Nos últimos anos, a causa da missão integral se expandiu de modo admirável, tanto na América Latina como ao redor do mundo, especialmente nos países em desenvolvimento. Os textos aqui reunidos são “escritos de trincheira". Quase todos surgiram no calor das circunstâncias, em resposta às exigências do momento. A vantagem é que o que alguém escreve assim é mais simples e espontâneo e reflete melhor a realidade que o rodeia. A desvantagem é que há o risco de improvisação e generalizações. No entanto, nada do que escrevi parece ter sido tão usado em grupos de reflexão, igrejas e instituições de educação teológica como estes ensaios. Acredito que a explicação para isto é que a leitura deles não requer muito tempo e, além disso, cada um é acompanhado de um guia de atividades para facilitar o diálogo e o estudo em grupo.”
C. René Padilla:
http://www.ultimato.com.br/?pg=show_livros&util=1®istro=580#opiniao,

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Dia Mundial

No Dia Mundial Sem Tabaco, veja propagandas antifumo de vários países

Mais de um bilhão de pessoas irão morrer pelo mesmo motivo ao longo deste século: o fumo. E, o pior, muito delas sequer serão fumantes. Justamente por isso, a Organização Mundial de Saúde promove nesta segunda 31 o Dia Mundial Sem Tabaco. A data é celebrada desde 1998, com a missão de evitar que pessoas comecem a fumar e incentivar os fumantes a deixar o vício. E motivos para isso não faltam. As mais de 4.700 substâncias tóxicas contidas em cada cigarro são responsáveis por diversos tipos de câncer, além de problemas respiratórios, cardíacos e vasculares, não apenas em quem consome o cigarro, mas também em quem é exposto à sua fumaça. Só para dar uma idéia, 90% dos casos de câncer de pulmão e 80% dos de enfisema pulmonar são provocados pela nicotina, um dos principais componentes do cigarro. Mas, além dela e do alcatrão, pesquisas demonstram que mais de 40 substâncias cancerígenas estão presentes. Em diversos países, campanhas governamentais ou de ONGs alertam sobre os riscos causados pelo fumo. Veja abaixo uma galeria com fotos e vídeos com algumas dessas mensagens:http://virgula.uol.com.br/ver/album/diversao/2010/05/28/12101-dia-mundial-sem-tabaco,

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Abraço solidário !

Semana puxada pessoal não deu para postar muita coisa interessante... então vai um abraço solidário, afinal de contas temos que dar uma explicação ainda que os companheiros não entenderam direito o que eu quis dizer, certo?

sábado, 22 de maio de 2010

"O Seqüestro da Subjetividade" Parte 1


O seqüestro do corpo refere-se primeiramente ao aprisionamento material da pessoa. É o corpo que é aprisionado, e o corpo é matéria, é concreto, manuseável. O primeiro passo, portanto, é a condução violenta do corpo para o cativeiro, lugar também material. A diferenciação que agora faremos tem como objetivo apenas um favorecimento didático. Tratar do seqüestro da subjetividade na comparação com o seqüestro do corpo não significa que estamos fazendo uma ruptura entre a materialidade do ser humano e sua subjetividade. Não queremos compartimentar as duas realidades, tampouco legitimar no nosso discurso a perspectiva platônica de que o corpo é a prisão da alma. Sabemos que com o aprisionamento do corpo toda a subjetividade sofre também. Este sofrimento é imediato, porque é brutal. É o corpo que é roubado, levado de seu lugar e seus significados. Já no seqüestro da subjetividade nem sempre há sofrimento imediato do corpo. O que há é o sofrimento psicológico que, com o tempo, refletirá no corpo. Por ser um processo mais lento, o seqüestro da subjetividade pode, num primeiro momento, ser sinônima de prazer, satisfação, porque o corpo não é subjugado a maus tratos concretos, como no caso do seqüestro da materialidade. Há casos de seqüestro da subjetividade que desembocam em violências físicas também, mas tais violências não fazem parte do processo inicial, porque o seqüestrador não poderá seduzir sua vítima pela força da violência, ao contrario, inicialmente será dócil, cortes, gentil e usara de todas as artimanhas para que a sedução seja bem-sucedida.

Recordo-me de uma cena belíssima do filme “Um sonho de Liberdade”, quando o personagem principal é submetido ao sofrimento da solitária. Um mês depois ao sair do terrível castigo que lhe foi imposto, alguém o interroga de como foi possível suportar todo aquele tempo de silencio e solidão. Curiosamente ele respondeu que ouvia música o tempo todo e que isso ajudou o tempo a passar. Indignado, aquele o questionara recorda que na solitária não há aparelho de som, e o personagem sabiamente conclui que não precisava de aparelhos de som para ouvir músicas, pois elas já estavam dentro dele. (conteúdos validos, utilizados na crise do seqüestro). Outro exemplo interessante, e que também esta no mesmo filme, é a historia do velho que cuidava dos livros no presídio. Este velho, alguns dias depois de alcançar a liberdade, enforcou-se. Durante toda a sua vida ele foi prisioneiro e, ao se tornar livre, descobriu que não sabia viver longe das grades. Ele não aprendeu a ser livre, e por isso resolveu morrer depois de perder o direito de ficar na prisão.

Há prisões que são mais que paredes e celas. Há prisões que não são concretas, e por isso não há nada que possa concretamente ser quebrado. No seqüestro do corpo há um cativeiro localizado que precisa ser aberto. Já no seqüestro da subjetividade os cativeiros não possuem localização para que possamos chegar pela força de nossos pés. Trata-se de uma prisão mais sutil, mas nem por isso menos cruel. É importante termos claro que o seqüestro di corpo é uma realidade menos comum, mas o seqüestro da subjetividade é um fenômeno que há todo momento acontece em nosso meio: ou porque estamos seqüestrando, ou sendo seqüestrados. O que podemos perceber é que a estrutura social em que estamos situados é fortemente marcada pelas relações que seqüestram. É seqüestro da subjetividade tudo aquilo que nos priva de nos mesmos. Até mesmo nas pequenas realidades, as mais simples, há sempre o risco de que estejamos abrindo Mao de nossos valores em detrimento da vontade de seqüestradores que em nada estão comprometidos com nossa realização humana. É seqüestro da subjetividade todo o processo que neutraliza e impede o ser humano de conhecer-se, passando a assumir uma postura ditada por outros. É seqüestro da subjetividade a projeção da vida humana em metas inalcançáveis, costurada a mentalidade de que as pessoas são perfeitas e que há sempre um final feliz reservado, pronto para chover do céu sobre nossas cabeças. Mas é também seqüestro da subjetividade a projeção da vida humana a partir de metas rasas, em que a mediocridade é a regra a ser considerada e o pessimismo antropológico é a conseqüência. É seqüestro da subjetividade a redução da experiência religiosa ao horizonte histórico, dissociado de uma esperança que extrapole a experiência do tempo, assim como também é seqüestrado da subjetividade a experiência religiosa que esquece o cheiro humano da dor, da desesperança e que se limita a promessas de um céu futuro, sem implicações históricas.

É seqüestro da subjetividade cada vez que o coletivo prevalece sobre o particular, massacrando-o em vez de incorporá-lo como parte irrenunciável. Mas é também seqüestro da subjetividade cada vez que o sujeito é valorizado em detrimento de uma multidão que perde a voz para que ele possa gritar sozinho. É seqüestro da subjetividade quando alguém, no exercício de imaginar, projeta outro como personagem, e com ele estabelece uma relação baseada na falsidade que despersonaliza e aprisiona. Jura a promessa de um amor eterno que se desdobra em cruel forma de prisão. É seqüestro da subjetividade toda relação de trabalho que seja marcada pelo desrespeito à dignidade do trabalho que seja marcada pelo desrespeito à dignidade do trabalhador, forçando-o a se tornar mero mecanismo de produção, desconsiderando sua condição de ser humano que merece descanso e remuneração justa. É seqüestro da subjetividade cada vez que, no processo educacional, as crianças são submetidas á pedagogia do medo e o aprendizado se torna um fardo, deixa de ser um desejo. É seqüestro da subjetividade cada vez que o sujeito é desconsiderado como organismo vivo, colocado na condição de mecanismo, objeto manuseável...
Isto é seqüestro da subjetividade... reflita nisso!

Fonte: Livro - “Quem me roubou de mim” de Fábio de Melo

terça-feira, 18 de maio de 2010

sábado, 15 de maio de 2010

Você Aceitaria Ser o "Terceiro" ?

Escondido nas Montanhas Ozark, Kanakuk Kamp é um incrível acampamento de verão para jovens. Existem outros acampamentos dedicados ao treinamento de atletas, mas Kanakuk Kamp tem um objetivo singular: "Desenvolver e treinar líderes que saibam servir".
Minha filha Megan participou recentemente desse acampamento pela primeira vez. Quando voltávamos para casa, ao final de sua estada lá, perguntei a Megan qual foi a mais profunda verdade que aprendeu naquela semana. “Que eu venho em terceiro lugar!” - foi à resposta dela. “Deus vem em primeiro, as outras pessoas em segundo e, eu ,venho em terceiro lugar”.
Esta afirmação soa para nós simples, muito virtuosa e idealista. Porém, a aplicação dessa verdade de forma realista e prática não são nem de longe fácil como Megan pôde aprender através da história real contada por Joe White, sobre Johnny Ferrier.
Capitão Ferrier aprendera sobre o “eu sou o terceiro” muitos anos atrás e partiu para viver esse princípio, como destacado atleta e piloto de jatos altamente habilitado e condecorado que era. A mais vívida demonstração de seu compromisso com esse princípio, entretanto, surgiu durante o acontecimento que lhe custou a vida.

Por ocasião de uma exibição aérea, ele voava juntamente com três outros aviões, quando deram início a uma difícil manobra, em que deveriam seguir em quatro direções diferentes para formar uma cruz. Quando Capitão Ferrier apontou seu jato em direção ao solo, a alavanca de controle emperrou. Ao informar à torre de controle do problema, ordenaram-lhe pelo rádio que se ejetasse da aeronave.
Mas havia uma casa na rota descendente do jato e Ferrier se recusou a saltar do avião. Ao invés disso, alguns segundos antes que o avião atingisse a casa, de algum modo ele conseguiu liberar o controle e passar por cima dela. Como voava baixo demais, o avião caiu no jardim, do outro lado da casa. Colocando-se em "terceiro lugar", para salvar a vida dos que estavam na casa, Ferrier teve de sacrificar a sua.
Outro estudante de Kanakuk Kamp testemunhou esse heróico evento. Ao terminar de contar a admirável história de seu amigo a um grupo no acampamento, uma mulher se aproximou dele e comentou com simplicidade: “Seu amigo foi um herói. Sabe, eu estava dormindo dentro da casa que o Capitão Ferrier evitou destruir, ao morrer”.
Capitão Ferrier é exemplo do nível de integridade e dedicação a um princípio que poucos de nós alcançamos. O exemplo máximo desse princípio é Jesus Cristo, que viveu o que ensinou: “Ame o seu próximo como a si mesmo” (Mateus 22.39). Ele também disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15.13).
Por que conto essa história a pessoas como você que vive no meio profissional ou empresarial? Obviamente, o ambiente de trabalho raramente requer que alguém morra. Mas necessita, definitivamente, de pessoas que estejam dispostas a se colocar “em terceiro lugar”, colocando D´us e os outros, adiante de si mesmas e de seus objetivos. Isto pode significar passar por inconveniências em favor de outrem, sacrificando tempo para ajudar um companheiro de trabalho num projeto importante, ou aconselhando um cliente a negociar com outra empresa, que melhor possa satisfazer suas necessidades.
“Nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos” (Filipenses 2.3). 
Por Rick Boxx - Adaptado, sob permissão, de "Momentos de Integridade com Rick Boxx", um comentário semanal acerca de integridade no mundo dos negócios, a partir da perspectiva cristã. Tradução de Mércia Padovani. Revisão e adaptação de J. Sergio Fortes. - MANÁ DA SEGUNDA