quarta-feira, 31 de março de 2010

" Love...lock ! "

Humanidade não pode salvar o planeta, afirma criador da Teoria de Gaia
Mudar os hábitos para tentar salvar o planeta é "uma bobagem", na opinião de um dos mais conceituados especialistas em meio ambiente no mundo, o britânico James Lovelock, para quem a Terra, se for salva, será salva por ela mesma. "Tentar salvar o planeta é bobagem, porque não podemos fazer isso. Se for salva, a Terra vai se salvar sozinha, que é o que sempre fez. A coisa mais sensível a se fazer é aproveitar a vida enquanto podemos", afirmou Lovelock em entrevista à BBC. O cientista de 90 anos é autor da Teoria de Gaia, que considera o planeta como um superorganismo, no qual todas as reações químicas, físicas e biológicas estão interligadas e não podem ser analisadas separadamente. Considerado um dos "mentores" do movimento ambientalista em todo o mundo a partir dos anos 1970, Lovelock é também autor de ideias polêmicas como a defesa do uso da energia nuclear como forma de restringir as emissões de carbono na atmosfera e combater as mudanças climáticas.
Gatilho
Para Lovelock, a humanidade não "decidiu aquecer o mundo deliberadamente", mas "puxou o gatilho", inadvertidamente, ao desenvolver sua civilização da maneira como conhecemos hoje. "Com isso, colocamos as coisas em movimento", diz ele, acrescentando que as reações que ocorrem na Terra em consequência do aquecimento, entre elas a liberação de gases como dióxido de carbono e metano, são mais poderosas para produzir ainda mais aquecimento do que as próprias ações humanas.
Segundo ele, no entanto, o comportamento do clima é mais imprevisível do que pensamos e não segue necessariamente os modelos de previsão formulados pelos cientistas. "O mundo não muda seu clima convenientemente de acordo com os modelos de previsões. Ele muda em saltos, como vemos. Não houve aumento das temperaturas em nenhum momento neste século. E tivemos agora um dos invernos mais frios em muito tempo em todo o hemisfério norte", diz Lovelock.
Energias renováveis
Durante a entrevista à BBC, o cientista britânico afirmou ainda não ver sentido na busca de alguns hábitos de consumo diferentes ou no desenvolvimento de energias renováveis como forma de conter as mudanças climáticas. "Comprar um carro que consome muita gasolina não é bom porque custa muito dinheiro para manter, mas essa motivação é provavelmente mais sensata do que a de tentar salvar o planeta, que é uma bobagem", diz. Para Lovelock, a busca por formas de energia renováveis é "uma mistura de ideologia e negócios", mas sem "uma boa engenharia prática por trás". "A Europa tem essas enormes exigências sobre energias renováveis e subsídios para energia renovável. É um bom negócio, e não vai ser fácil parar com isso, mas não funciona de verdade", afirma. BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.
Estado de São Paulo, quarta feira, 31 de março de 2010.

segunda-feira, 29 de março de 2010

É hora de filosofar !

Mesmo que você não se sinta muito bem com a ciencia da filosofia, saiba que muitos adolescentes e jovens deste ano em diante terão contato por 3 longos anos no ensino do 2º grau / médio, pois agora, faz parte da grade curricular; a dica então é: NÃO FIQUE DE FORA ! Saiba o que é, quem são e o que dissertaram os grandes filósofos e construa um, ainda que básico, posicionamento amadurecido de um assunto que irá com certeza MOLDAR a visão de mundo de nossos filhos... BOA  LEITURA !

FILOSOFIA- James Garvey Ed.: ROSARI
Os vinte melhores livros da Filosofia

1- Platão, A República
2- Aristóteles, Ética e Nicômaco
3- São Tomas de Aquino, Suma Teológica
4- René Descartes, Meditações sobre a primeira Filosofia
5- Thomas Hobbes, Leviatã
6- John Locke, Ensaio acerca do entendimento humano
7- George Berkeley, Tratado sobre princípios do conhecimento humano
8- David Hume, Investigação acerca do entendimento humano
9- Jean-Jacques Rousseau, O contrato social
10- Immanuel Kant, Crítica da razão pura
11- G.W.F. Hegel, Fenomenologia do espírito
12- Arthur Schopenhauer, O mundo como vontade e representação
13- Karl Marx, O manifesto comunista
14- John Stuart Mill, Utilitarismo
15- Friedrich Nietzsche, Assim falou Zaratustra
16- Karl Pooper, A lógica da descoberta cientifica
17- A.J.Ayer, Linguagem, verdade e Lógica
18- Simone de Beauvoir, O segundo sexo
19- Ludwig Wittgenstein, Investigações filosóficas
20- ...

quarta-feira, 24 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

" Vai uma água de coco?"

Comecei uma prática nova, de adorar 1 hora diária super-cedo – tipo das 5 às 6 da manhã. Este foi o conselho de um pastor mais experiente, que “por acaso” escutou as minhas lutas mais recentes e esforços para andar no Espírito. O diagnóstico é igual a milhares outros inseridos nesta luta diária, e corrida contra o relógio. A dinâmica de nosso tempo permite e nos acostumou com soluções de minuto. Tô com sede? Abro uma caixinha de água de coco e pronto. Nem sempre foi assim. Quem viu o filme “O náufrago” com Tom Hanks, deve lembrar do trabalhão que o náufrago na ilha teve – estava cheio de cocos - mas sem poder tomá-los, pois não conseguia abri-los. Sem ferramentas adequadas não é fácil chegar à água de coco preciosa. A natureza desenvolveu uma proteção muito grande para preservar o interior do coco.

Na cena de Jesus com a mulher samaritana à beira de um poço em Samaria nós encontramos a frase: ”Quem beber desta água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna.” Jo 4.13-14.
Somos induzidos pelo nosso contexto cultural a deduzir que esta frase é milagrosa, mágica. Encontrei com Cristo uma vez, ele me deu desta água viva, e voilá!!! Nunca mais teremos sede nem precisaremos nos esforçar para conseguir esta água viva!!!
Mas será isto mesmo? Por que não deu certo comigo e com tantos outros que conheço? Veja, na mesma conversa Jesus ainda não tinha mudado de assunto, aparece outra pérola de ensino: “os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade. São estes adoradores que o Pai procura. Deus é espírito, e é necessário que os seus adoradores o adorem em espírito e em verdade.” Jo 4.23-24. Será que aprendemos esta dinâmica em um minuto? Será que conseguimos abrir nosso coração, duro como um coco, assim tão rápido? Será que isto não é um processo que precisa ser aprendido e precisa, como todo processo, de um tempo longo? Se olharmos os outros 3 evangelhos veremos que a vida pública de Jesus começou com o Espírito Santo impelindo Jesus ao deserto. Sua alma precisava se encontrar com o Pai. No primeiro dia havia louvor, gratidão, intercessão pelos amigos e pela família, mas o tempo foi passando e a solitude começou a perguntar as questões mais difíceis. Para que estou aqui? Se eu tenho este poder de Deus e posso todas as coisas, porque não usá-lo para matar minha fome? Creio que só lá – onde nada mais existe, funciona ou atrapalha – encontramos as respostas de D´us, pois ele, que está em todos os lugares, está nos esperando para um diálogo. O deserto é amolecedor de corações-cocos. Cria-se uma atmosfera que “curte” os cocos, deixando-os maleáveis.
Por Hialmar d´Haese - empresário, pensador, pai, avô, amigo e cidadão do Reino

sexta-feira, 19 de março de 2010

quarta-feira, 17 de março de 2010

"A Disciplina do Desalento"

“E o seguiam tomados de apreensões.”—Marcos 10.32
No principio, estávamos seguros de que sabíamos tudo Jesus Cristo. Era uma alegria vender tudo e nos lançarmos numa ousadia de amor; mas agora já não estamos tão seguros. Jesus esta La na frente e parece estranho: “Jesus ia adiante dos seus discípulos. Estes se admiravam.”
Há uma faceta de Jesus que faz gerar o coração do discípulo e vacilar toda a sua vida espiritual. Aquele estranho ser com semblante resoluto e passos decisivos enche-me de terror. Ele não é mais o Conselheiro e o Companheiro. Tem o olhar fixo num determinado alvo sobre o qual nada sei o que me deixa admirado. A principio, eu estava certo de que o compreendia, mas agora já não estou tão seguro disso. Começo a perceber que existe uma certa distancia entre mim e Jesus Cristo; não consigo mais sentir-me a vontade com ele. Ele segue a minha frente e nunca olha para trás; não tenho a menor idéia de onde ele esta indo, e o alvo parece estranho e distante.
Jesus Cristo teve que sentir na pele todo o pecado e toda a tristeza do homem, e é isso que faz parecer tão estranho. Quando o vemos sob esse aspecto, não o conhecemos, não reconhecemos nenhuma faceta de sua vida e não sabemos nem como começar a segui-lo. Ele esta La na frente, um líder muito estranho, e não temos nenhuma comunhão com ele.
A disciplina do desalento é essencial ao discipulado. O perigo é acendermos um pequeno fogo particular e aquecermos nosso entusiasmo nele (cf. Is 50.10,11). Quando sobreviverem as trevas do desalento, suporte-as ate que passem, porque depois seguir a Jesus será gozo inefável.
Oswald Chanbers - "Tudo para Ele"

segunda-feira, 15 de março de 2010

Os 7 pecados capitais dos transgênicos

Conheça os principais problemas dessa tecnologia que coloca em xeque a biodiversidade do planeta, provoca inúmeros problemas na agricultura mundial e afronta diretamente o Princípio da Precaução, da ONU.
1. Contaminação genética
Agricultores que queiram se dedicar ao cultivo convencional ou orgânico já sabem: se tiver alguma plantação transgênica nas redondezas, a contaminação é garantida e a missão, impossível. Tem sido assim nos Estados Unidos, onde tudo começou, na Europa, Argentina e sul do Brasil. Com a contaminação, agricultores têm prejuízos ao perderem o direito de vender suas safras como convencionais e/ou orgânicas. Confira aqui entrevistas com agricultores espanhóis sobre alguns casos ocorridos em seu país.
O Greenpeace tem publicado anualmente um Registro sobre Contaminação Transgênica sobre os muitos casos verificados em todo o mundo.
2. Ameaça à biodiversidade
A contaminação genética pode ter também um efeito devastador na biodiversidade do planeta. Ao liberar organismos geneticamente modificados na natureza, colocamos em risco variedades nativas de sementes que vêm sendo cultivadas há milênios pela humanidade. Além disso, os transgênicos podem afetar diretamente seres vivos que habitam o entorno das plantações, conforme indicam estudos científicos - como no caso das borboletas monarcas, que são insetos não-alvo da planta transgênica inseticida, mas são também atingidas.
3. Dependência dos agricultores
A empresa de biotecnologia Monsanto é hoje a maior produtora de sementes do mundo, convencionais e transgênicas. Além disso, é também uma das maiores fabricantes de herbicidas do planeta, com destaque para o Roundup, muito usado em plantações de soja geneticamente modificada no sul do Brasil. Com essa venda casada - semente transgênica mais o herbicida ao qual a planta é resistente -, os agricultores ficam presos num ciclo vicioso, totalmente dependentes de poucas empresas e das políticas de preços adotadas por elas. Outro grande problema verificado nos países que têm adotados os transgênicos - principalmente os Estados Unidos e Argentina -, é a draconiana propriedade intelectual exercida pelas empresas sobre as sementes transgênicas. O agricultor é proibido de guardar sementes de um ano para o outro, podendo sofrer pesados processos caso faça isso, e ainda corre o risco de ser processado de qualquer maneira caso a sua plantação sofra contaminação genética de uma outra transgênica - e ele não tiver como provar isso.
4. Baixa produtividade
Os argumentos de quem defende os transgênicos como solução para a crise alimentar que vivemos vêm caindo por terra dia após dia. Os transgênicos já se mostraram pouco competitivos economicamente e recentes estudos promovidos por universidades americanas comprovaram que variedades transgênicas são até 15% menos produtivas do que as convencionais. Confrontadas com os resultados das pesquisas, empresas de biotecnologia admitiram que seus transgênicos não foram criados para serem mais produtivos, mas sim para serem resistentes aos agrotóxicos fabricados por essas mesmas empresas. Num primeiro momento, os transgênicos podem até ser mais produtivos do que os cultivos convencionais ou
orgânicos/ecológicos, mas no médio e longo prazos, o que se tem verificado é uma redução na produção e um aumento significativo nos preços dos insumos como o glifosato, principal herbicida usado em plantações transgênicas.
5. Desrespeito ao consumidor (rotulagem)
O Brasil tem uma lei de rotulagem em vigor desde 2004, que obriga os fabricantes de alimentos a rotular as embalagens de todo produto que usam 1% ou mais de matéria-prima transgênica. No entanto, apenas duas empresas de óleo de soja rotulam algumas de suas marcas do produto - e mesmo assim só depois de terem sido acionadas judicionalmente pelo Ministério Público. Há milhares de produtos nas prateleiras dos supermercados brasileiros que chegam à mesa das pessoas sem a devida informação sobre o uso de substâncias geneticamente modificadas, numa afronta direta à lei e num claro desrespeito ao consumidor.
O Greenpeace publica, desde 2002, o Guia do Consumidor com uma lista verde de produtos que não usam transgênicos em sua fabricação e outra lista, vermelha, com produtos que podem conter organismos geneticamente modificados em sua composição.
6. Uso excessivo de herbicida
O caso da Argentina é emblemático: depois que os transgênicos começaram a serem plantados em suas terras, o consumo de herbicida explodiu no país, que passou a ser um dos que mais usam produtos químicos em plantações no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. A explicação é simples: como os transgênicos são resistentes a um tipo específico de herbicida, o agricultor usa cada vez mais dele para proteger sua plantação de pragas. Com o tempo, no entanto, esse uso excessivo provoca problemas no solo, nos trabalhadores e promove o surgimento de pragas resistentes ao herbicida, exigindo mais e mais aplicações.
7. Ameaça à saúde humana
Não existem estudos científicos que comprovem a segurança dos transgênicos para a saúde humana. Apesar de exigidos por governos de todo o mundo, as empresas de biotecnologia nunca conseguiram apresentar relatórios nesse sentido - e ainda assim, seus produtos são aprovados. Por outro lado, alguns estudos independentes indicaram problemas sérios, como alterações de órgãos internos (rins e fígado) de cobaias alimentadas com milho transgênico MON863 da Monsanto. E ainda há o risco do uso excessivo do glusofinato, componente ativo da variedade transgênica Liberty Link, da Bayer, presente tanto no milho como no arroz geneticamente modificado produzido pela empresa. Problemas como esses levaram alguns países, como a Áustria, a proibírem a importação e comercialização desses produtos. No Brasil, infelizmente, não existe o mesmo cuidado. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela aprovação de transgênicos no país, vem dando sinal verde para variedades que enfrentam grande resistência em outros países, como no caso do milho MON810, da Monsanto, proibido na Europa e liberado no Brasil.
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Acesse o site do greenpeace setor BRASIL e leia na íntegra este artigo e os linkshttp://www.greenpeace.org/brasil/transgenicos/os-sete-pecados-capitais-dos-t

quarta-feira, 10 de março de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

"A suprema Escalada"

Reflexão
A ordem de Deus é: “Toma agora, não daqui a pouco.”É impressionante como gostamos de contestar! Sabemos que é certo fazer determinada coisa, mas procuramos desculpas para não faze-la imediatamente.Subir até ao cume que D’us nos mostra não pode ser feito daqui a pouco; tem que ser feito agora. O sacrifício é oferecido primeiro no plano da vontade, antes de ser oferecido de fato.
“Levantou-se, pois, Abraão de madrugada... e foi para o lugar que D’us lhe havia indicado.”(V.3.) Que simplicidade maravilhosa a de Abraão! Quando D’us falou, ele não consultou a carne e sangue.Tenha cuidado quando tiver o desejo de cunsultar carne e sangue – suas próprias preferências, seu próprio discernimento, ou qualuquer outra coisa que não esteja baseada no seu relacionamento pessoal com D’us. São essas as coisas que competem com D’us e impedem que lhe obedeçamos. Abraão não escolheu o sacrifício. Cuidado para não cair no erro de fazer para D’us um serviço que você mesmo escolheu; o auto-sacrifício pode ser prejudicial. Se a taça que D’ us lhe deu é doce, sorva-a com gratidão; se ele a fez amarga, tome-a em comunhão com ele. Se a vontade de D’us para você for passar por dificuldades, enfrente-as, mas nunca queira escolher o lugar do seu martírio.D’us escolheu a provação para Abraão, e ele não fez objeção; obedeceu com firmeza. Se você não estiver vivendo em comunhão com D’us, será fácil julgá-lo de maneira errada. Você terá que passar pela provação para depois ter direito de emitir opinião sobre D’us, pois é no “cadinho da provação”que aprenderá a conhecê-lo melhor. O Senhor está operando com a finalidade de unir o propósito do homem ao propósito dele.
Oswald Chanbers - "Tudo para Ele"

sábado, 6 de março de 2010

sexta-feira, 5 de março de 2010

" Você Já se sentiu Ferido Pelo Senhor ? "

“Pela terceira vez Jesus lhe perguntou: Tu me amas?”- João21.17
O Senhor já lhe tocou o dedo bem na ferida, no ponto onde você é mais sensível? O diabo nunca consegue atingir esse ponto a não ser a Palavra de D’us. “Pedro entristeceu-se por ele lhe ter dito pela terceira vez...” Pedro estava começando a perceber que, bem lá no fundo, era dedicado a Jesus, e começava a compreender o que significava aquele paciente interrogatório. Na mente de Pedro não restava a mais leve sombra de ilusão; nunca mais tornaria a iludir-se. Não havia mais lugar pra pronunciarmos veementes, nem para júbilo ou emoções, Foi uma revelação para levá-lo a perceber quanto ele amava o Senhor, e como espanto disse: “Senhor, tu sabes todas as coisas.”Pedro começava a se conscientizar de que amava muito a Jesus; mas não disse “Olha para isto ou aquilo, para teres certeza”. Ele estava começando a descobrir a dimensão de seu amor pelo Senhor; sentia que nem no alto dos céus nem sobre a terra, não havia ninguém alem de Jesus Cristo; mas só se apercebeu disso quando o Senhor o sondou com suas perguntas dolorosas. As perguntas do Senhor sempre nos revelam a nós mesmos.
Que paciente franqueza, que habilidade a de Jesus Cristo com Pedro! O Senhor só faz perguntas na hora certa. É provável eu pelo menos uma vez ele nos coloque nem canto e nos toque o dedo na ferida com suas perguntas diretas, e então percebemos que o amamos muito mais profundamente do que saberíamos expressar com palavras.
Oswald Chamber - "Tudo para Ele" - escritos de 1917

segunda-feira, 1 de março de 2010

"Quando uma pergunda doi ! "

“Tu me amas?” – João 21.17. Pedro nada declara nessa hora( Mt 26.33-35). O natural professa e se declara; o amor verdadeiro só se revela quando é tocado pela tristeza causada pela pergunta de Jesus Cristo. Pedro amava Jesus como qualquer um homem natural aprecia um homem bom. Isso é amor temperamental; ele pode penetrar fundo na individualidade, mais não toca o âmago da pessoa. O verdadeiro amor nunca professa coisa alguma. Jesus disse: “Todo aquele que me confessar diante dos homens”, isto é, amor expresso não apenas por palavras mas por tudo o que faz. A menos tenhamos sido magoados a ponto de não termos mais ilusões com relação a nós mesmos, a Palavra de D’us fere mais do que qualquer pecado embota o sentimento. A pergunta do Senhor intensifica o sentimento de tal maneira que ser magoado por não apenas de maneira natural, mas de um modo pessoal muito profundo. A Palavra do Senhor penetra até ao ponto de se dividir alma e espírito; não deixa nenhuma ilusão. Não há possibilidade de se ter uma atitude sentimental diante da pergunta do Senhor; não conseguimos dizer coisas bonitas quando o Senhor nos fala diretamente – a dor é por demais terrível. É tão grande que todos os outros interesses perdem a importância. Não há dúvida de que a Palavra do Senhor dirigida a um filho dele, causa dor; mas o que causa essa dor traz uma grande revelação.
Oswald Chanbers - escritos de 1917